terça-feira, 7 de maio de 2013


Muitos parabéns à  Alexandra Francisco Ramôa da Costa Alves do 9º C a quem  foi atribuído o 2º prémio - modalidade texto original no Concurso Uma Aventura... Literária 2013.
De entre  mais de 10 125 trabalhos individuais e de grupo, de mais de 400 escolas do ensino básico e secundário, a aluna  destacou-se pela qualidade do trabalho que encantou o júri.
O prémio, e conforme o regulamento, consiste na publicação do seu trabalho num dos livros da coleção Uma aventura , estreando-se como autora com obra publicada. 

A Alexandra partilhou connosco o seu belíssimo texto:


E
ra uma vez um mamute. Um mamute fora-de-lei, obviamente, visto que a função, bem estipulada, dos mamutes, é estarem extintos.
O mamute estava sozinho. Claro: não tinha raça; vivia à parte da sociedade, porque não conhecia os seus iguais. Estava assim, a ser um violador da ordem, numa clareira, solitário, quando passou um leão. E todos têm conhecimento de que os leões são um símbolo de poder, pelo que o mamute pensou, alegremente, ter vislumbrado a sua solução, emoldurada pela majestosa juba que resplandecia, dourada, ao sol.
- Olá animal, disse o leão.
- ... Mamute, especificou o mamute.
- Para mim, leão, não podem existir desigualdades. Aos meus olhos, todos são iguais. São todos animais, e assim os trato, sem preferências.
- Estou extinto. Sem espécie. Sou diferente! Procuro integrar-me.
- Não discrimino ninguém. És igual a todos... A igualdade é a base da satisfação dos meus súbditos.
- Quanto a mim, apenas podes tratar todos em igualdade se reconheceres as suas diferenças...
- Que diferenças?... Um conselho: talvez possas falar com a coruja. É poeta. Ela poderá, quem sabe, ajudar-te. Dizem-se os poetas sábios...
- Já me deparei com alguns dos seus trabalhos. Mas afinal, ela apenas usa palavras sonantes e nobres em descrições. Em que me pode ajudar?
- É poeta...
       E o leão prosseguiu o  seu caminho, exuberante e pensativo, sem ao menos dar uma resposta. O mamute suspirou. Passado algum tempo, viu um conjunto de chimpanzés a passar. Às interrogações insistentes do mamute, responderam com rugidos guturais.
          - Mas é a única coisa que sabem fazer?!
          Os chimpanzés nem responderam. Prosseguiram o caminho, emitindo mais alguns sons sem sentido. O mamute sentiu-se vexado. Tentou argumentar. Os animais com os quais mais receava discutir eram os animais ignorantes; por mais que contra-argumentasse racionalmente, não obtinha reações que não sons irritantes.  Nem teve tempo de pensar muito, pois logo a seguir apareceram alguns macacos franzinos. O mamute repetiu as suas perguntas, e a resposta foi a mesma, mas com débeis grunhidos de imitação. Prosseguiram o seu caminho, pelo mesmo itinerário que os chimpanzés. Estes eram ainda piores que os outros. Se era para serem irracionais, ao menos que fossem irracionais orgulhosos e únicos. O mamute riu-se. Eram criaturas ridículas...
         O mamute já estava a desesperar, passado o breve momento de escárnio, pela sua solidão. Foi aí que passaram 3 babuínos. O mamute interpelou-os.
          - Não falamos. Não nos assemelhamos a ninguém. Somos diferentes, temos um mundo à parte. Estamos sozinhos, as nossas ideias são distintas, não conseguirás compreender.
          - A minha raça está extinta, também!
          Mas os babuínos seguiram o seu caminho, de cabeça erguida. Nunca tinham visto nenhum animal assim... ser estranho!
          Só assimilam diferenças de semelhantes, pensou o mamute, deixá-los-ei viverem isolados no seu grupo. Que difundam a sua rebeldia, exclusão e solidão em uníssono... Só alguns ouviriam – a ele era-lhe indiferente.
           Acabadas as considerações, o mamute quase que desesperava novamente, quando ouviu barulhos, e umas trombas destacaram-se entre o arvoredo. Era uma manada de elefantes. Correu e juntou-se ao grupo, no fim da manada. Deixou para trás o pêlo.

domingo, 5 de maio de 2013


O dia 5 de Maio foi fixado como a data em que é anualmente comemorada a “Língua Portuguesa e a Cultura da CPLP”, uma decisão saída do XIV Conselho de Ministros da CPLP, realizado em Junho de 2009, em Cabo Verde. Nesta data, os ministros dos Negócios Estrangeiros e das Relações Exteriores recomendaram aos Estados-membros, às instituições da CPLP, aos Observadores Associados e Consultivos e às diásporas dos países da CPLP, a comemoração do Dia da Língua Portuguesa, tendo em vista a sua afirmação crescente nos Estados membros e na Comunidade internacional.
Para assinalar este dia o Departamento de Línguas e a Biblioteca prepararam algumas actividades : leitura  de poemas de autores da CPLP por alunos do 6º, 7º 8º e 9º em  todas as turmas ao longo dia 6 de maio.  
Pode ainda ser visitada a exposição sobre a CPLP e a mostra bibliográfica de autores de língua oficial portuguesa. Ao longo do mês, os alunos poderão responder ao formulário online sobre aspectos da cultura dos países lusófonos. 

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Alguns trabalhos realizados pelos  alunos do 6º ano para o encontro com o escritor Vergílio Alberto Vieira.



“Os apaixonados pelo mar”

Esta entrevista foi realizada com personagens apaixonadas pelo mar com o objetivo de perceber quais os seus hábitos de vida e ouvir as suas opiniões sobre a atual situação do MAR. Desta forma, entrevistei a Menina do Mar, a Menina Gotinha de Água e Ulisses. A Menina do Mar vive dentro do livro de Sophia de Mello Breyner Andresen onde desempenha o papel principal. A Menina Gotinha de Água mora no livro de Papiniano Carlos e Ulisses, o rei de Ítaca,  navega pelo livro de Maria Alberta Menéres.
Para entrevistar a Menina do Mar decidi saltar para dentro do livro onde ela vive e, como por magia, dei por mim a nadar numa água azul e brilhante com a menina, o polvo, o peixe e o caranguejo.
Bom dia, Menina do Mar, sou jornalista da Revista “Navegar nos livros” e gostaria de a entrevistar para saber como é viver no mar e o que pensa da sua atual situação.
Olá, agradeço a entrevista e acho importante falar do mar para relembrar às pessoas que têm de o tratar melhor.
Então, Menina do Mar, diga-me: como é a sua vida no mar?
Vivo com três amigos: um polvo, um caranguejo e um peixe. Passamos o dia a nadar, a rir e a brincar.
Estou a ver que tem dias muito agradáveis. E onde estão os seus pais?
Não sei, quem me trouxe para esta praia foi uma gaivota. A partir daí o polvo, o peixe e o caranguejo é que trataram de mim.
E como faz para comer?
O polvo vai buscar a comida e o caranguejo cozinha. Hum! E os seus pratos são uma delícia!
Mas a menina é tão pequenina que deve ser difícil conseguir fazer as suas coisas, não?
É, sim. Mas já por isso tenho grandes amigos. O polvo é muito trabalhador e como tem muitos braços arruma a casa e faz a minha cama. O caranguejo, para além de cozinhar, também costura os meus vestidos e até me faz colares de búzios, de corais e de pérolas. O peixe não faz nada, não tem mãos nem braços como o polvo ou tenazes como o caranguejo, mas é o meu melhor amigo, pois brinca e passeia muito comigo no fundo do mar.
Menina do mar, há pouco referiu que temos de tratar melhor o mar. Tem alguma solução para este problema?
Tenho, sim! Podiam, por exemplo, colocar mais ecopontos nas praias, fiscalizar melhor as limpezas das fábricas e sensibilizar as pessoas para a necessidade de não poluir as águas, porque a sua poluição torna-se um grave problema de saúde pública.
Muito obrigada pela sua disponibilidade. Até uma próxima oportunidade!
 Adeus, Sra. Jornalista!

Depois de entrevistar a Menina do Mar saí do seu livro e abri A Menina Gotinha de Água. Pedi para a entrevistar e ela convidou-me a entrar.
Boa tarde, Menina Gotinha. Será que lhe posso fazer algumas perguntas sobre o mar?
Sim, é claro que pode! O que deseja saber?
Verifico que tem o seu tempo muito ocupado, mas ao mesmo tempo, reparo  que se preocupa muito com o que observa e com os seres vivos. Assim, posso perguntar o que pensa da situação atual do mar?
Acho que está muito poluído, porque os rios, riachos e ribeiros têm muito lixo. Os produtos tóxicos e esgotos acabam com os seres vivos. Há seres que estão em vias de extinção e que não estão a ser devidamente protegidos.
Gotinha de Água, como acha então que podem ser protegidos estes seres em vias de extinção?
É uma pergunta difícil, porque primeiro, as pessoas têm de perceber que é essencial respeitar o meio ambiente e o ciclo da vida animal e vegetal. Não devem considerar os rios como uma lixeira, porque estão a retirar o oxigénio aos seres que lá vivem e estão a favorecer a produção de micróbios e a provocar doenças. É importante reforçar o tratamento correto das águas e dos lixos industriais e preservar a camada de ozono. Só assim é que o mar estará a salvo.
Adeus, Gotinha, e muito obrigada pela sua informação e preocupação.
O prazer foi meu e espero que as pessoas possam entender que o nosso planeta Terra deve ser respeitado, a começar pelo mar. 



Já era tarde, mas como sabia que Ulisses estava à minha espera, decidi embarcar até Ítaca, na Grécia.
Boa noite, Ulisses!
Boa noite, Daniela! Faça o favor de entrar e de se sentar.
Obrigada. Se não se importa começava a minha entrevista perguntando-lhe como se vive no mar.
Bem, vou tentar ser breve, porque como sabe, tive muitas aventuras no mar! Já ceguei um ciclope para não ser comido, já estive no meio de grandes ventos fortes, porque os meus marinheiros eram muito curiosos. Sobrevivi ao Mar das Sereias e, finalmente, cheguei a casa depois de ter perdido a memória e ter dormido um sono profundo na Terra dos Feácios.
Estou maravilhada! Quantas aventuras fantásticas! E agora, como é a sua vida?
Agora é mais calma. Aproveito a companhia da minha esposa Penélope e do meu filho Telémaco. Passeamos pela nossa ilha que é muito bonita e fazemos festas à noite, na praia, com o meu povo. Mas tenho sempre muitas saudades do mar e o meu pensamento está sempre virado para o horizonte longínquo. Sonho com mais aventuras.
Muito bem. Acha que agora o mar teria as melhores condições para estas aventuras?Não! Está demasiado poluído! A menina sabia que as ondas são muito importantes para a vida dos oceanos?
Não, porquê?
Porque auxiliam na oxigenação da água e selecionam os organismos na areia e nas rochas que vão ajudar a trazer mais oxigénio. Sabe, menina, é como se o mar reciclasse! Estando ele contaminado com lixo a flutuar na água, as ondas são menores e menos frequentes e quem vive debaixo do mar não consegue respirar bem. A vida do nosso planeta também corre perigo porque o oxigénio não chega à atmosfera. Do mar conseguimos tirar muita matéria-prima para as nossas indústrias e é uma grande fonte de energia através da força das marés. Mas como está agora, estas energias e riquezas são desperdiçadas.
Ulisses, diga-me, pela sua experiência, como se podem remediar estes problemas?
Era importante reforçar as leis marítimas. Os navios são os maiores poluidores das águas, porque derramam petróleo que intoxica a vida marinha e dificulta a tal oxigenação. Fique a saber, menina, que é muito difícil limpar o petróleo do mar! Depois, as aves que se alimentam dos peixes também morrem e contaminam outros animais. Os solos ficam comprometidos, a atividade da pesca também. Todos os ecossistemas ficam atingidos. Como pode ver, é uma situação terrível! Tem de haver regras duras e sanções para quem não as respeitar. Temos de pensar no futuro do planeta Terra e não estragá-lo. 
Obrigada e muito prazer em conhecê-lo. Adeus.
Adeus, menina Daniela. Espero que com a sua entrevista alerte o maior número de pessoas para a preservação do mar de que tanto gosto.
Terminada a entrevista, regressei à Revista e fui descansar. Tinha passado uns momentos únicos, com personagens únicas.

Daniela Rodrigues Correia - 6º C
Texto vencedor a nível de escola do Concurso "Eu escrevo !  Ler o mar"


O Mar  
A verdadeira interpelação

O Mar concedeu-me uma entrevista. Tantas vezes discriminado em prol daquele que é aclamado como um dos melhores poetas portugueses , contesta: «Não sou menos que o Homem». Podendo sua frase introdutória parecer de uma vulgaridade fictícia em busca de algo para dizer, a sua veracidade confirma-se. Afinal, o entrevistado é conhecido pela sua profundidade.

Estamos a 1934. É publicado um livro, «A Mensagem», que, vítima de uma minuciosa inspeção por olhos curiosos, revela um poema em particular, durante anos (que certamente se prolongarão) aclamado pelos portugueses: «Mar Português», de Fernando Pessoa. Merecerá o Mar o título cruel que lhe é atribuído sem ponderação? Segundo o próprio, não.
Está um dia chuvoso. As coroas de espuma enfurecem-se em êxtase, formando  turbilhões infinitos, as ondas exaltam-se com uma respiração ritmada, as ondas eriçam-se com vagar. No entanto, o Mar justifica-se com ciência: «São tudo fenómenos explicáveis». Contesta por sua vez a ira que lhe é atribuída, e estabelece uma comparação entre si e a Humanidade, defendendo que «Há coisas complexas. Os cientistas investigam e, por muito que descubram e rotulem com palavras latinas, nunca descobrirão o suficiente. Pensando nisto, o mesmo acontece com as pessoas.
Podem encontrar sentidos para a vida, construir supostos sucessos, esquematizar cidades, repensar a vida, encontrar uma lógica para tudo, planear percursos pré-definidos para cada um, transformando o impensável na realidade usual, assim como podem dizer que sou feito de moléculas, especificar a sua geometria e constituição, como ganhei o meu sal – quer em justificações mais concretas cientificamente quer noutras mais liberais – fundamentar tudo. Podem criar artes, dizer que algo criado ao desbarato é raro, definir prioridades ridículas. Mas nunca chegarão a perceber realmente as coisas».
Quando confrontado com o testemunho poético supramencionado, nega a sua culpa, citando um verso do poema e alegando que «Nunca fui de ninguém. Nunca irei ser. Nunca deveriam ter tentado que fosse...». Após uma pausa, acrescenta: «A história repete-se, tanto com poluição como com lágrimas. Afinal, o indesejável sobra para mim.» Confundiremos nós, portugueses, origem com destino? O Mar nega responsabilidades. «Tentativas infrutíferas de domar um ser selvagem têm consequências. Por alguma razão, nuns sítios sou Pacífico, noutros não. Não ousem, não usem.», diz ainda.
Nas costas portuguesas, encontra-se desfraldada a bandeira portuguesa, despedaçada em três cores, como despedaçados foram os navios que se atreveram a ir contra a fúria das ondas, como despedaçados foram milhares de corações. No entanto, essa não merece muita atenção.
Confrontado ainda com um atentado a uma épica epopeia portuguesa, o entrevistado sorri tristemente. «Portugal é o réu, eu sou o juiz. Mortes são o crime, mortes são a pena. Resta apenas saber se o crime vale a pena...», suspira.
Como derradeira conclusão, o Mar é inquirido: será que esta reportagem pode mudar a mentalidade dos portugueses? Apenas recebo como resposta uma breve e ríspida frase, acompanhada de um novo suspiro: «Se a alma não for pequena»
çççççç




Alexandra F. Ramôa Alves, 9ºC
Texto vencedor a nível de escola do Concurso "Eu escrevo! Ler o Mar"

quinta-feira, 25 de abril de 2013




































Texto vencedor a nível de escola no concurso " Eu escrevo! Ler o mar"  - 2º lugar


































Texto vencedor a nível de escola no concurso " Eu escrevo! Ler o mar"  - 3º lugar

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Aspeto da exposição sobre o 25 de Abril e a guerra colonial organizada pelo departamento de Ciências Humanas e Sociais na biblioteca, mostra de livros e sugestões de leitura  para este dia.
Para saberes + sobre a Revolução dos Cravos consulta o site do Centro de Documentação do 25 de Abril da Universidade de Coimbra, com perguntas e respostas animadas.
Também podes ler histórias aqui e participar no passatempo que preparamos sobre este tema.


terça-feira, 23 de abril de 2013

A festa da leitura em Guimarães 
Aqui fica o registo da participação das nossas alunas na  fase distrital do Concurso Nacional de Leitura, este ano realizado em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor. Após a conclusão da prova escrita realizada por cerca de 280 alunos, foi a vez dos cinco finalistas do 3º ciclo e secundário subirem ao palco e prestarem a prova oral. 
Uma tarde muito bem passada pelas nossas alunas que tiveram ainda oportunidade de ouvir os grupos musicais vimaranenses "Let the Jam Roll " e  "Allcateia". No final um bolo muito saboroso. 



terça-feira, 16 de abril de 2013

De 16 de abril a 5 de junho vão decorrer sessões formativas no âmbito das TIC, conforme programa,  destinada a alunos do 2º e 3º ciclo. Esta formação resulta da  parceria com o núcleo de estágio de Mestrado de Ensino em Informática, responsável pela mesma.

segunda-feira, 15 de abril de 2013



Momentos encantadores da participação dos nossos alunos Juliana Fernandes Gomes e Ana Rita Martins Ferreira do pré-escolar e Ana Beatriz Fonseca André e Tiago Castro Vaz do 1º ciclo no Recital de poesia organizado pela biblioteca Lúcio Craveiro da Silva no dia 13 de abril, integrado na Semana da Leitura.
«Embarcando nas palavras» 
 A V edição da (sobre) Mesa de leituras, espectáculo de encerramento da Semana da Leitura, este ano dedicada ao mar, contou, uma vez mais, com a presença de muitos pais e do apoio da Associação de Pais. Ao longo de quatro quadros: Mar das descobertas, Mar de amores e desamores, Mar libertador e Mares da Lusofonia ouvimos alunos do 2º e 3º ciclo, pais e professores declamaram a poesia dos poetas que, ao longo de séculos, escreveram sobre o mar.

sábado, 13 de abril de 2013


Momentos verdadeiramente enriquecedores passados com o escritor Vergílio Alberto Vieira, que deixou uma plateia rendida às suas palavras. Respondeu, com extrema cordialidade e afabilidade e sem pressas, a todas as perguntas lançadas pelos alunos do 6º ano e encantou alunos e professores e também se deixou encantar pelas palavras e trabalhos dos nossos alunos.
Uma passagem marcante pela nossa escola.



No dia 10 de abril, recebemos  Vergílio Alberto Vieira, um escritor divertido, bem-humorado, alegre e autor de vários livros.  Foi uma honra ter este fantástico autor na nossa escola!
Vergílio Alberto Vieira disse que “ Os livros foram a irmã que nunca tive” e esta frase marcou-me, pois o escritor encontrou na leitura a companhia de tanto desejava ter.
Na sessão, os alunos declamaram vários dos seus poemas e fizeram algumas perguntas, tais como: “ Na aula lemos o livro o “Circo de Papel. Com quem acha que se identifica mais, com  o Papelinho ou com o Papelão?”. O escritor respondeu que se  identificava com as duas personagens, e que achava que de manhã era mais parecido com o Papelão e de tarde com o Papelinho. Seguiram-se mais perguntas “ Em que momento do dia gosta mais de escrever?”  Respondeu que era em qualquer altura do dia, mas que agora era  velho e mais dorminhoco…. Contou-nos ainda algumas peripécias no tempo em que dava as aulas e declamou-nos alguns poemas ao som suave da sua caixinha de música. 
Mostrou-nos a sua colecção de gatos e de pedras que trouxe dos locais que visitou e que o inspiram na escrita!
Na minha opinião e na dos meus colegas, Vergílio Alberto Vieira é muito divertido, escreve muito bem e tem inúmeros livros escritos até ao momento.
Gostei imenso de saber  como prepara os seus livros: escreve em folhas separadas a lápis para poder apagar quando necessitar, junta as folhas e prende-as com um elástico à volta. Uma coisa que também achei muito interessante foi o facto do escritor escrever rimas com o nome dos alunos que receberam autógrafos. Muito original!
Aprecio muito os livros deste escritor e aproveito para recomendar a sua leitura, pois são muito bons!
A sessão com Vergílio Alberto Vieira correu melhor do que qualquer um esperava!

Gabriela Freitas – 6º A

sexta-feira, 12 de abril de 2013



O clube de dança, dinamizado pela professora Fátima Ferraz, associou-se à Semana da Leitura, este ano dedicada ao mar, e apresentou aos alunos, que acorreram ao pavilhão para assistir,  uma coreografia alusiva a esta temática. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A exposição "Aromas de além-mar", inserida na programação da Semana da Leitura e organizada pelos docentes de História e do Ensino Especial trouxe para a biblioteca os cheiros e os aromas das especiarias que chegaram à  Europa e a Portugal nas caravelas portuguesas no século XVI.
O termo especiaria ou espécie (do latim species), a partir dos séculos XIV e XV, designou diversos produtos de origem vegetal (flor, fruto, semente, casca, caule, raiz) de aroma ou sabor acentuado.
Na exposição não faltou a pimenta em grão, o gengibre, o cravinho, a noz moscada, o açafrão, o cardamomo, e ervas aromáticas... e algumas sugestões de leitura.




"Na onda das leituras"

Lendas do Mar de José Jorge Letria e os  poemas " Fundo do Mar" de Sophia de Mello Breyner e "Tenho uma janela que dá para o mar" de Mário Castrim   foram o mote para as alunas do 5º D, a Mariana do 8º A e a Alexandrina do 7ºF acompanhadas pela professora bibliotecária presentearam as turmas com a sua leitura. 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

terça-feira, 9 de abril de 2013



Mais uma vez os nossos alunos participaram no concurso concelhio de leitura Braga aler+ realizado na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva no dia 8 de abril. Foi com satisfação que vimos  a  Beatriz da Costa Oliveira do 4º ano e o Daniel da Silva Ferreira- 5º   ano marcar presença na final desta edição. Participaram também a  Carolina da Silva Batista do 3º ano e a Daniela Rodrigues Correia do 6º.
Parabéns a todos!


segunda-feira, 8 de abril de 2013

Visita a exposição "Conhecer o Oceano" e os seus principios na sala do aluno e participa no concurso promovido pelos professores de Ciências e alunos do 8º ano.




terça-feira, 2 de abril de 2013


Escritora JULIE HODGSON na nossa escola no dia 12 de abril. Participa no passatempo Saber+ sobre esta escritora que os professores de Inglês prepararam.



segunda-feira, 1 de abril de 2013

Vídeo promocional do livro "Jodie e o cartão da biblioteca" de Julie Hogdson, edição bilingue da Opera Omnia.

sábado, 23 de março de 2013

Vencedores do Concurso Eu Escrevo! Ler o Mar promovido pelo PNL subordinado ao mote Navegar nos livros

2º ciclo - categoria entrevista ou notícia
Daniela Rodrigues Correia - 6ºC
Gabriela Correia Freitas - 6º A
Francisca Veiga - 5º D

 3º ciclo - categoria reportagem
Alexandra Ramôa Alves - 9ºC
Pedro Gabriel Pereira - 7º B
Bruna Gonçalves - 7º A

Parabéns!

quinta-feira, 21 de março de 2013

Para assinalar o Dia da Poesia publicamos alguns poemas dos alunos que concorreram ao concurso "Faça lá um poema"

Rio


Sou um rio que corre
nas margens do meu sonho.
Sou raiva e fúria,
ou doçura e calmaria.
Sou força que tudo arrasta,
sou um cavalo sem freio,
sou um touro de lezíria.
Corro para me libertar,
nada me prende aqui.
Quando por fim chego ao mar,
sou onda que morro na praia
cansada de tanto caminhar…

Ana João da Rocha Alves, 5ºD

O Mar

Prende-se o meu olhar
no manto azul,
O manto imenso do mar…
No manto azul prende-se o meu olhar
Ao ver barcos a navegar!
Barcos à vela.
Fazem-me sonhar…
Sentir o vento a empurrar…
Ó, Mar! Não te tornes bravio,
para eu te poder navegar.
Balançando, balançando,
balançando sem destino,
Não perdendo o meu rumo,
com a ajuda do golfinho!
Vejo mar e mais mar,
não me canso de o ver,
Não me canso de o navegar…
É o Mar!
É o Mar!


Pedro Miguel Veiga Raimundo, 5ºB 

Doces, doçuras

Misturo o mel
com poeira de farinha
parto os ovos
sem quebrar toda a casquinha.

Junto raspa  de limão
à massa bem suculenta
adiciono açúcar
pois não sou nada avarenta.

Ponho o meu avental
para estar bem equipada
vou fazer brigadeiros
para a nossa consoada

Pego na frigideira
pr´a fazer uma filhó
são douradas e bonitas
como as da minha avó.

Coloco a folha de linho
na mesa do meu jardim
farófias, arroz doce,
as compotas e o pudim.

Bruna Rafaela Coelho  Gomes,5ºD 


O Mar

Mar brilhante
De água azul
Vivem lá peixes
Com um ar muito “cool.”

Dantes tinha medo
Daquele grande mar
Fiquei surpreendida
Quando fui lá mergulhar.

Vi várias espécies
De peixes raríssimos
Olhei à minha volta
E vi muitos abismos.

Voltei à superfície
Para respirar
Vi uma gaivota
Que estava a pescar

Voltei a mergulhar
Nadei até ao fundo mar
Para um tesouro
Tentar encontrar.

Ana Catarina Loureiro da Silva, 5ºA




Música no coração

No coração tenho música
Ela é a minha paixão.
Quer de noite, quer de dia,
Está presente no meu coração.

Os acordes musicais
Vibram na minha mão.
Podem até ser banais,
Mas trazem-me muita emoção.

Dó ,Ré, Mi,
Eu gosto muito de ti.
Mi, fá, sol,
Pareço um girassol.

Sinto-me a flutuar
Num balão rosa framboesa
Com um vestido de tule
E sapatos de turquesa.

Na ópera, no concerto,
Na rádio e televisão,
Quando ouço uma melodia,
Dou asas à imaginação.

Tenho os meus próprios ídolos
E gosto de os imitar.
Fingir que sou uma estrela
Nos teus olhos a brilhar.

Andreia Peixoto, 5ºE  



Foi uma vez...

O quadro preto, frio, marcado a giz…
O eco dormente, longínquo, que invade
As lembranças de uma infância feliz
Desfocadas pela embriaguez da saudade…

Agora, no plástico falso e grosseiro
Encarnam, em miragem, as águas passadas…
Ainda sinto… Eterno nada passageiro…
Restam apenas cinzas, lembranças cremadas...

Funeral de quem jamais será... Mas foi já!
Saudosa nitidez, repente do amanhã
Contrastes bruscos, incerteza sobeja!

Vida – Morte... Contornos tão esbatidos da hora
De quem quer ser, de quem não é – mas foi outrora!
Nada seja.


Alexandra Francisco Ramôa da Costa Alves, 9º C   




segunda-feira, 11 de março de 2013

O concurso Concelhio de Leitura realiza-se no dia 8 de abril, às 14 horas  na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Boas leituras!


Vencedores do Concurso Braga aler+

5º ano
 
1º Lugar - Daniel da Silva Ferreira- 5º E

2º Lugar - Pedro Fernandes Coelho-  5º B

3º lugar - Ana João Alves e João Ferreira Coelho - 5º A

6º ano
1º Lugar - Daniela Rodrigues Correia 6ºC
2º lugar - Ana Luísa lobarinhas - 6º B


3º lugar - Maria Miguel de Oliveira Soares – 6ºB


Parabéns aos vencedores!

Os alunos classificados em 1º lugar passam à segunda fase que se realizará no dia 8 de abril na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.

sexta-feira, 8 de março de 2013



Escritor do Mês - Ilse Losa


No ano em que se celebra o seu centenário ( 20 de Março) escolhemos um nome grande da literatura para crianças - Ilse Losa.
Damos a conhecer algumas das suas obras na página Livros e Leituras, elaboramos uma exposição biobibliográfica e um formulário online para dar a conhecer esta escritora portuguesa de ascendência judaica.
Saber+ e ler+ sobre a escritora no site da DGLB

Imagem trabalhada digitalmente a partir de uma fotografia retirada da internet por  Ângelo Gomes do  5º D.