Livro
um professor
para nos ensinar
um mar de letras
para nelas navegar
uma caixa de surpresas
para nos surpreender ao ler
um sorriso, para nos alegrar e confortar
Livro
Uma canção,
que nos enche o coração.
5ºD
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de outubro de 2010

"Diversidade Desafio Mudança, tudo isto na Biblioteca Escolar".
"À descoberta dos livros"- concurso de poesia destinado aos alunos do 5º ano.
"Quem sou eu?" - Concurso de adivinhas sobre animais.
"Aprender através da pesquisa" - A pesquisa passo a passo destinado aos alunos do 2º e 3º ciclo em articulação com os professores de Área de Projecto.
Comemoração da semana da alimentação em articulação com o projecto PESES - Dramatização da história " O dia em que a barriga rebentou" de José Fanha pelos alunos do 6º F nos dias 20 e 21 de Outubro.
Leitura de informação ligada ao quotidiano: um rótulo de um bem alimentar dirigido aos alunos do 6º ano.
"Li e recomendo..." recomendações de leitura pelos alunos do 2º e 3º ciclos para divulgação no blogue "Livros à solta" em articulação com os professores de Língua Portuguesa.
Elaboração de marcadores com as frases mais originais sobre a biblioteca escolar.
Encontro com a autora do livro "Uma viagem no tempo ao Mosteiro de Tibães, Adriana Jorge Ferreira Amaral no dia 25 de Outubro.
terça-feira, 28 de setembro de 2010

Antero de Quental (1842-1891) nasceu em Ponta Delgada, Açores. Frequentou a Universidade de Coimbra, tendo passado depois algum tempo em Paris. Viajou pelos Estados Unidos e Canadá, fixando-se em Lisboa. Pertenceu à à chamada Geração de Setenta, grupo que pretendia renovar a mentalidade portuguesa, e participou nas Conferências do Casino. Foi amigo, entre outros, de Eça de Queirós e Oliveira Martins. Atacada por uma doença do foro psiquiátrico, regressa aos Açores onde se suicida.
Ler mais em Projecto Vercial

Abílio de Guerra Junqueiro (1850-1923) nasceu em Freixo de Espada à Cinta, formando-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi funcionário público e deputado, aderindo em 1891, com o Ultimatum inglês, aos ideais republicanos. Influenciado por Baudelaire, Proudhon, Victor Hugo e Michelet, iniciou uma intensa escrita poética com o fim último de, pela crítica, renovar a sociedade portuguesa. Retirou-se para uma quinta no Douro, regressando à política com a implantação da República, tendo sido nomeado Ministro de Portugal em Berna.
Ler mais em Projecto Vercial
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Os poetas da Primeira República
"Deram os versos por uma causa na tentativa de ajudar uma mudança político-social que vinha florescendo em Portugal. Foram poucos mas marcaram uma época. Guerra Junqueiro e Antero de Quental são os poetas que representam com mais maestria a poesia com orientação política republicana.
"Deram os versos por uma causa na tentativa de ajudar uma mudança político-social que vinha florescendo em Portugal. Foram poucos mas marcaram uma época. Guerra Junqueiro e Antero de Quental são os poetas que representam com mais maestria a poesia com orientação política republicana.
Ver vídeo em Sapo Livros
http://livros.sapo.pt/noticias/artigo/17125.html
http://livros.sapo.pt/noticias/artigo/17125.html
sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ler+ para vencer
Uma vez mais aconteceu na biblioteca a oferta de livros aos meninos e meninas do 5º ano. Leu-se o poema "Livro" de Luísa Ducla Soares , ouviu-se a mensagem de um livro aos seus utilizadores e todas as turmas produziram o seu poema sobre o livro.
Com a oferta de livros, iniciativa do Ministério da Educação e do PNL espera-se contribuir para que todos os alunos associem o momento da entrada ou mudança na escola ao prazer de ler e de aprender.
Os alunos gostaram e agradecem!
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Bem-vindo à nossa cidade – ao nosso mundo – dos livros. É aqui que moramos
This Is Where We Live from 4th Estate on Vimeo.
A film for 4th Estate Publishers' 25th Anniversary. Produced by Apt Studio and Asylum Filmssexta-feira, 10 de setembro de 2010
Recepção aos pais dos alunos do 5º ano.
Como vem sendo hábito a Biblioteca abriu as suas portas no dia dez para receber os pais e os alunos e alunas que este ano lectivo vão frequentar a escola pela primeira vez.
É muito bom ver caras novas, curiosas e pais que acompanham os filhos neste dia cheio de emoções.
Um bom ano lectivo para todos pleno de leituras!
Como vem sendo hábito a Biblioteca abriu as suas portas no dia dez para receber os pais e os alunos e alunas que este ano lectivo vão frequentar a escola pela primeira vez.
É muito bom ver caras novas, curiosas e pais que acompanham os filhos neste dia cheio de emoções.
Um bom ano lectivo para todos pleno de leituras!
domingo, 27 de junho de 2010

"O Coração e a Garrafa"de Oliver Jeffers, o autor de "O incrível rapaz que comia livros", disponíveis na biblioteca.
"O Coração e a Garrafa" fala-nos de uma menina fascinada com o mundo à sua volta. Até que um dia algo aconteceu que a fez pegar no seu coração e guardá-lo num sítio seguro. Pelo menos durante algum tempo… Só que, a partir daí, nada parecia fazer sentido. Saberia ela quando e como recuperar o seu coração?Com esta história comovente, Oliver Jeffers explora os temas difíceis do amor e da perda, devolvendo-nos, de maneira notável, um sopro de alento e de vida.
Recensão da editora Orfeu Negro.
Pode também ser ouvido
Uma história comovente e fascinante!
sexta-feira, 18 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010

Vencedores do Concurso "É a tua vez" organizado pelos professores de Língua Portuguesa e professora bibliotecária.
Foi num ambiente de boa disposição, mas de concentração que os alunos de todas as turmas do 2º e 3º ciclo se reuniram na biblioteca para provarem as suas competências de leitura e responderam a questões relacionadas com livros, leituras e funcionamento da língua.
Parabéns às equipas venecedoras
5º ano - Turma B
6º ano - Turma D
7º ano - Turma B
8º ano - Turma E
quarta-feira, 16 de junho de 2010

O nosso Grilo maestro
O Grilo Grilarim
Cantarola no jardim
Foi apanhado, coitadinho!
De maestro afamado
Sempre muito aprumado
Passou a grilo prisioneiro.
Jaiminho, menino mimado
Pôs o nosso grilo enjaulado
Esperando que ele cantasse.
Comparado a um mosquito ou gafanhoto
Sofreu sevícias do maroto
Que com isso se irritava e saltava.
Comparado a uma barata
PUF...PUF...levou com o spray da lata
E de pernas para o ar ficou.
Sentiu-se então a voar
Da janela do 1º andar
E no matagal foi cair.
Veio a noite, veio o chuvisco
O nosso Grilo quase serviu de isco
A uma galinha esfomeada.
A chuva o despertou
E o Grilo Grilarim cantou
Livre e feliz para sempre, finalmente!
Composição poética criada pelo 6º B em OL,
baseada na história de António Torrado, o Grilo Grilarim
O Grilo Grilarim
Cantarola no jardim
Foi apanhado, coitadinho!
De maestro afamado
Sempre muito aprumado
Passou a grilo prisioneiro.
Jaiminho, menino mimado
Pôs o nosso grilo enjaulado
Esperando que ele cantasse.
Comparado a um mosquito ou gafanhoto
Sofreu sevícias do maroto
Que com isso se irritava e saltava.
Comparado a uma barata
PUF...PUF...levou com o spray da lata
E de pernas para o ar ficou.
Sentiu-se então a voar
Da janela do 1º andar
E no matagal foi cair.
Veio a noite, veio o chuvisco
O nosso Grilo quase serviu de isco
A uma galinha esfomeada.
A chuva o despertou
E o Grilo Grilarim cantou
Livre e feliz para sempre, finalmente!
Composição poética criada pelo 6º B em OL,
baseada na história de António Torrado, o Grilo Grilarim
quarta-feira, 9 de junho de 2010

De 14 a 18 de Junho decorre em todas as escolas do 1º ciclo e E.B. 2.3 do Cávado a FEIRA DO LIVRO, proporcionando a toda a comunidade educativa um contacto próximo com a leitura e os livros.
A biblioteca abrirá as suas portas à noite das 21 às 22 horas na segunda e terça-feira para que todos possam desfrutar de uma leitura.
No dia 21 acontece também a inauguração da exposição dos trabalhos de àrea de projecto do 2º ciclo.
Mais informações no site do Agrupamento.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Numa grande praia com grandes rochedos onde existiam milhares de pedras, residia Tara, uma pedra invulgar que se distinguia de todas as outras pedras. Esta sim, era a de todas a mais invejada, mas ela achava-se normal.
A dois quarteirões da praia vivia um rapaz chamado Rui, muito orgulhoso e com uma grande sentido de humor, pelo menos é o que dizem. Com aqueles fios de cabelo loiro que reluziam ao longe e uns olhos azuis que faziam lembrar o mar e para acabar um corpo forte com cerca se um metro e sessenta e cinco centímetros.
De manhã, Rui acorda ainda ensonado. A mãe já estava pronta para o ir chamar mas mal a mãe chega ao quarto, Rui fecha os olhos imediatamente e finge que está a ressonar. A mãe como ainda tinha olhos e cérebro disse:
- Pensas que eu nasci ontem, meu menino? Quando tu nasceste já cá eu andava há muito tempo!
Rui levanta-se da cama e amuado diz:
- Já vou mãe!
Já na escola a professora informa-o que no dia seguinte haverá uma visita de estudo à praia mais próxima. Rui levanta o braço e protesta:
- Professora, eu não quero ir! Nem morto, eu iria a uma praia, nem pense!
A professora virou costas e abriu a lição enquanto bebia um pouco de água.
Na manhã seguinte, Rui ia todo revoltado e indignado porque a professora lhe tinha virado as costas.
Chegados à praia Rui como sempre tinha de fazer uma das dele, afastou-se do grupo correndo para trás das rochas.
Enquanto ele corria, ouvia-se o queixar das pedras por baixo dos seus pés.
-Ai! Au! Estás a calcar-me, gostavas que eu te fizesse o mesmo?
Rui ouve aquela fala que sobressai: “gostavas que te fizesse o mesmo”, quem é que teria dito isso?
Pára, fica quieto e olha para o chão.
-Olá ó grandalhão, não me vês?
Aquela pedra era Tara a invejada por todos.
- Olá, quem és tu ó baixinha?
-Em primeiro lugar chamo-me Tara, depois acho que vocês, os humanos, não se importam com as pedras por último sai de cima do mim! Agora ouve-me.
Rui olha para um lado e para o outro, nenhum “predador” à vista.
- O que é que queres baix… quer dizer Tara?
- Queria que tu informasses os humanos que por causa deles, as nossas praias estão poluídas porque todos os dias vemos chegar peixes mortos à costa e a água mais preta que o preto. E, depois somos sempre nós, as pedras, que pagamos tudo, as pessoas acham que as pedras ferem, e matam nos grandes desastres naturais e que simplesmente não servem para nada. Mas isso não é verdade, as pedras fazem mais que muito, ajudam-te a ter uma vida melhor como ter um chão em paralelo, a ter uns muros para tua própria segurança e muito mais! Porque o homem é o ser mais poluidor de sempre, a sua evolução “mata” mais o planeta. E todos os dias vejo isto a acontecer. Por isto mesmo, pensa mais e resmunga menos.
Rui dá meia volta e vai embora pois a sua turma já estava a entrar no autocarro. E assim foi contando tudo aos seus colegas e professores para ajudarmos a proteger o ambiente e prestarmos mais atenção àquilo que desprezamos.
Trabalho realizado por Mariana Noversa - 6ºB
Texto inspirado no poema de Maria Alberta Menéres, "As Pedras Falam?"
A dois quarteirões da praia vivia um rapaz chamado Rui, muito orgulhoso e com uma grande sentido de humor, pelo menos é o que dizem. Com aqueles fios de cabelo loiro que reluziam ao longe e uns olhos azuis que faziam lembrar o mar e para acabar um corpo forte com cerca se um metro e sessenta e cinco centímetros.
De manhã, Rui acorda ainda ensonado. A mãe já estava pronta para o ir chamar mas mal a mãe chega ao quarto, Rui fecha os olhos imediatamente e finge que está a ressonar. A mãe como ainda tinha olhos e cérebro disse:
- Pensas que eu nasci ontem, meu menino? Quando tu nasceste já cá eu andava há muito tempo!
Rui levanta-se da cama e amuado diz:
- Já vou mãe!
Já na escola a professora informa-o que no dia seguinte haverá uma visita de estudo à praia mais próxima. Rui levanta o braço e protesta:
- Professora, eu não quero ir! Nem morto, eu iria a uma praia, nem pense!
A professora virou costas e abriu a lição enquanto bebia um pouco de água.
Na manhã seguinte, Rui ia todo revoltado e indignado porque a professora lhe tinha virado as costas.
Chegados à praia Rui como sempre tinha de fazer uma das dele, afastou-se do grupo correndo para trás das rochas.
Enquanto ele corria, ouvia-se o queixar das pedras por baixo dos seus pés.
-Ai! Au! Estás a calcar-me, gostavas que eu te fizesse o mesmo?
Rui ouve aquela fala que sobressai: “gostavas que te fizesse o mesmo”, quem é que teria dito isso?
Pára, fica quieto e olha para o chão.
-Olá ó grandalhão, não me vês?
Aquela pedra era Tara a invejada por todos.
- Olá, quem és tu ó baixinha?
-Em primeiro lugar chamo-me Tara, depois acho que vocês, os humanos, não se importam com as pedras por último sai de cima do mim! Agora ouve-me.
Rui olha para um lado e para o outro, nenhum “predador” à vista.
- O que é que queres baix… quer dizer Tara?
- Queria que tu informasses os humanos que por causa deles, as nossas praias estão poluídas porque todos os dias vemos chegar peixes mortos à costa e a água mais preta que o preto. E, depois somos sempre nós, as pedras, que pagamos tudo, as pessoas acham que as pedras ferem, e matam nos grandes desastres naturais e que simplesmente não servem para nada. Mas isso não é verdade, as pedras fazem mais que muito, ajudam-te a ter uma vida melhor como ter um chão em paralelo, a ter uns muros para tua própria segurança e muito mais! Porque o homem é o ser mais poluidor de sempre, a sua evolução “mata” mais o planeta. E todos os dias vejo isto a acontecer. Por isto mesmo, pensa mais e resmunga menos.
Rui dá meia volta e vai embora pois a sua turma já estava a entrar no autocarro. E assim foi contando tudo aos seus colegas e professores para ajudarmos a proteger o ambiente e prestarmos mais atenção àquilo que desprezamos.
Trabalho realizado por Mariana Noversa - 6ºB
Texto inspirado no poema de Maria Alberta Menéres, "As Pedras Falam?"
terça-feira, 1 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010

No mês de Maio os alunos do 6ºB e C viajaram à proa dos lindos barquinhos enfeitados com "As aventuras do Pinóquio" de Carlo Collodi ou com "Os mais belos contos de Grimm" que construiram em E.V.T. Como inspiração a mensagem do Dia Mundial do Livro Infantil do escritor Eliacer Cansino. Navegam, agora, nas estantes da biblioteca à espera que um outro menino ou menina os faça zarpar.
"-Gosto que penses que sou um barco- diz-lhe o livro, balançando para os lados, como se fosse um barco a sério.
O Pequeno Pintor respondeu-lhe:
-Leva-me até ao fim das tuas páginas.
-Leva-me até ao fim das tuas páginas.
E o livro leva-o. Quando chega a uma baía sem nome, pára para descansar. Poisa-lhe uma gaivota dentro das páginas e ele sente cócegas e ri muito.Quando a história acaba, o pequeno pintor e o livro aprenderam mais uma viagem."
José Jorge Letria, in "Na rota das palavras", Fundação Calouste Gulbenkian


Mesa de Leituras da República Desta vez, as Mesas de Leitura tiveram como cenário as comemorações do Centenário da República, um motivo para festejar com livros e conhecer toda a bibliografia existente.
Numa acção articulada com os docentes de História, a biblioteca vestiu as cores da República e foi palco de várias acções de sensibilização para a importância desta comemoração e dos seus ideias.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Chegou a Primavera
Primavera sempre colorida
Colorida como o arco – íris
Colorida como o arco – íris
Arco – íris a brilhar no céu
No céu as andorinhas voam
Voam as gaivotas à beira – mar
Voam as gaivotas à beira – mar
À beira – mar as crianças vão brincar
Brincar, saltar, dar pulos no ar
Ar que respiramos com prazer
Brincar, saltar, dar pulos no ar
Ar que respiramos com prazer
Prazer é ver a Natureza a crescer
Crescer é aprender a Sonhar
Sonhar para o mundo melhorar
Melhorar, desenvolver e sorrir
Crescer é aprender a Sonhar
Sonhar para o mundo melhorar
Melhorar, desenvolver e sorrir
Sorrir para a alegria poder existir.
Trabalho realizado pelos alunos do 6ºB
Trabalho realizado pelos alunos do 6ºB
sexta-feira, 21 de maio de 2010

LER+ NOVAS LEITURAS
Do PNL surge mais um espaço para conhecer novos livros, autores e ilustradores na companhia de um simpático Rato de Biblioteca.
Novas leituras convida-te a discutir temas e ideias no facebook com o seu anfitrião.
Propostas de qualidade para formar melhores leitores.
Propostas de qualidade para formar melhores leitores.
Consultar aqui
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Os meninos e meninas da EB1 de Panóias gostam de ler porque...
Um livro dá-nos carinho e ajuda a esquecer as nossas tristezas.João Alves, 3º ano A3
Para mim, ler é como estar em um mundo de Fantasia. Rúben Gomes, 3º ano nº 22
Ler é descobrir coisas novas. André Machado, 3º ano A 3
Ler é viajar pelo Universo.António Nogueira, 4º ano A 4
Ler é viajar pelo mundo.Daniel Coelho, 3º ano A 3
Ler dá-nos harmonia. Rui Nogueira, 3º ano A 3
Ler é viajar no espaço e na terra. Ana Sofia Gomes, 4º ano A 4
O livro é um amigo especial. Ana Rita Roriz, 3º ano A 3
Ler é passado, presente e futuro. Pedro Faria, 4º ano A 4
Também os meninos e meninas Escola Básica 1 de Carrascal gostam de ler.
Para mim, ler é ir ao mundo da fantasia e imaginar. Paula Rodrigues, 3º ano Turma B
Para mim, ler é como se fosse a personagem principal de cada livro.Ana Margarida Costa, 3º ano Turma B
Para mim, ler é obter conhecimentos. João Peixoto, 3º ano Turma B
Ler exercita o cérebro. Rui Barbosa, Turma B 4
Para mim, ler é uma fantasia, é maravilhoso, é um completo divertimento. Daniela Rodrigues nº 8 Turma B
Para mim ler é descobrir um mundo. Catarina Gomez, Turma B
Para mim ler é entrar na imaginação e conhecer pessoas. Beatriz Mota, 3º ano Turma B
Ler, para mim é dar à volta do mundo. André Ribeiro, 2º ano
Ler é uma fantasia do dia-a-dia. Paula Rodrigues, 2º ano
Ler é imaginar princesas e reis, enfim… o mundo da fantasia. Inês Barros, 2º ano
Para mim, ler é imaginar o que não existe. Mariana Peixoto 2º ano
Ler é aprender e recordar um sonho. Isabel Quintas 2º ano nº 11
Ler é imaginar um mundo diferente. Álvaro Gonçalves 2º ano nº 2
Ler é uma aventura. Joana Mendes 2º ano nº 13
Ler é descobrir um mundo. Margarida 2º ano nº 14
Os meninos e meninas da Escola Básica de Ruães também gostam muito de ler porque...
Os livros levam-nos a um mundo mágico. José Silva, 4º ano Turma E 4
Ler é viajar sem sair do lugar. Daniel Fernandes 4º ano Turma E 4
Os livros vão fazer-me sonhar e rir. Tiago Afonso 4º ano Turma E 4
Os mais pequeninos do J.I. de Mire de Tibães adoram livros.
Gosto de ler porqué é fixe. Diogo Costa, 4 anos
Devemos ver livros, porque é giro e fixe. João Silva, 5 anos
Devemos ver livros para aprender a ler, e ver as histórias porque são bonitas. Renata Fernandes, 5 anos
Gosto de ver livros porque a parte de fora (capa) é bonita. Andreia Marques, 4 anos
Gosto de ver livros, porque tem imagens bonitas. Margarida Costa, 5 anos
Um livro dá-nos carinho e ajuda a esquecer as nossas tristezas.João Alves, 3º ano A3
Para mim, ler é como estar em um mundo de Fantasia. Rúben Gomes, 3º ano nº 22
Ler é descobrir coisas novas. André Machado, 3º ano A 3
Ler é viajar pelo Universo.António Nogueira, 4º ano A 4
Ler é viajar pelo mundo.Daniel Coelho, 3º ano A 3
Ler dá-nos harmonia. Rui Nogueira, 3º ano A 3
Ler é viajar no espaço e na terra. Ana Sofia Gomes, 4º ano A 4
O livro é um amigo especial. Ana Rita Roriz, 3º ano A 3
Ler é passado, presente e futuro. Pedro Faria, 4º ano A 4
Também os meninos e meninas Escola Básica 1 de Carrascal gostam de ler.
Para mim, ler é ir ao mundo da fantasia e imaginar. Paula Rodrigues, 3º ano Turma B
Para mim, ler é como se fosse a personagem principal de cada livro.Ana Margarida Costa, 3º ano Turma B
Para mim, ler é obter conhecimentos. João Peixoto, 3º ano Turma B
Ler exercita o cérebro. Rui Barbosa, Turma B 4
Para mim, ler é uma fantasia, é maravilhoso, é um completo divertimento. Daniela Rodrigues nº 8 Turma B
Para mim ler é descobrir um mundo. Catarina Gomez, Turma B
Para mim ler é entrar na imaginação e conhecer pessoas. Beatriz Mota, 3º ano Turma B
Ler, para mim é dar à volta do mundo. André Ribeiro, 2º ano
Ler é uma fantasia do dia-a-dia. Paula Rodrigues, 2º ano
Ler é imaginar princesas e reis, enfim… o mundo da fantasia. Inês Barros, 2º ano
Para mim, ler é imaginar o que não existe. Mariana Peixoto 2º ano
Ler é aprender e recordar um sonho. Isabel Quintas 2º ano nº 11
Ler é imaginar um mundo diferente. Álvaro Gonçalves 2º ano nº 2
Ler é uma aventura. Joana Mendes 2º ano nº 13
Ler é descobrir um mundo. Margarida 2º ano nº 14
Os meninos e meninas da Escola Básica de Ruães também gostam muito de ler porque...
Os livros levam-nos a um mundo mágico. José Silva, 4º ano Turma E 4
Ler é viajar sem sair do lugar. Daniel Fernandes 4º ano Turma E 4
Os livros vão fazer-me sonhar e rir. Tiago Afonso 4º ano Turma E 4
Os mais pequeninos do J.I. de Mire de Tibães adoram livros.
Gosto de ler porqué é fixe. Diogo Costa, 4 anos
Devemos ver livros, porque é giro e fixe. João Silva, 5 anos
Devemos ver livros para aprender a ler, e ver as histórias porque são bonitas. Renata Fernandes, 5 anos
Gosto de ver livros porque a parte de fora (capa) é bonita. Andreia Marques, 4 anos
Gosto de ver livros, porque tem imagens bonitas. Margarida Costa, 5 anos
quinta-feira, 13 de maio de 2010
A Biblioteca recomenda ... duas interessantíssimas propostas de leitura para os nossos alunos adolescentes e não só.
"O Anibaleitor conta a história de um jovem que, fugido à "guarda do reino", embarca numa viagem em busca de um mítico e fabuloso animal, o Anibaleitor. Livro de aventuras, é acima de tudo livro de aventura da leitura. Nesta magnífica novela, Rui Zink consegue ser, ao mesmo tempo, divertido, didáctico, comovente e, como sempre, estimulante."
"Entretanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava pregos muito direitos numa tábua, que o que engoliu os comprimidos do avô, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida."

O ANIBALEITOR de Rui Zink
Uma viagem estimulante pelo reino dos livros e da leitura.
"O Anibaleitor conta a história de um jovem que, fugido à "guarda do reino", embarca numa viagem em busca de um mítico e fabuloso animal, o Anibaleitor. Livro de aventuras, é acima de tudo livro de aventura da leitura. Nesta magnífica novela, Rui Zink consegue ser, ao mesmo tempo, divertido, didáctico, comovente e, como sempre, estimulante."
O MIÚDO QUE PREGAVA PREGOS NUMA TÁBUA de Manuel Alegre
"Entretanto o miúdo cresceu, quer seja o que pregava pregos muito direitos numa tábua, que o que engoliu os comprimidos do avô, quer o que se rebelou contra a humilhação das mangas curtas, quer os outros todos ou eu próprio, que não sei se fui cada um deles menos um, este que conta e tem tendência ora a efabular ora a querer ser tão verdadeiro que põe em dúvida o que de facto foi e até de si mesmo suspeita. Seja ele quem for, o certo é que o miúdo cresceu. E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida."
quarta-feira, 28 de abril de 2010

Integrada na Semana da Leitura os meninos e meninas dos Jardins de Infância assistiram à dramatização da história "O Feitiço da Birra" da autoria de Laura Rodrigues ( texto) e Catarina Fernandes ( ilustração). Uma história pedagógica que desenvolve e estimula nas crianças valores sociais importantes no desenvolvimento e formação pessoal, tais como: tolerância, aceitação e respeito . De manhã os JI de Panoias, Ruães, S.Paio e S.Pedro deslocaram-se à nossa escola. De tarde foi a vez dos JI de Tibães e de Padim da Graça assistirem à dramatização.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Momentos musicais protagonizados pela Elsa Vitória do 8º B- violoncelo, pelo Alexandre Abreu do 6º D- clarinete, pelo Rui e Edgar do 9º B - guitarra e pelo professor Jorge Rodrigues e alunas do 9º D e E.
A declamação de poesia foi uma constante neste evento que ficou marcado pela qualidade das intervenções.
Uma vez mais, no dia 23 de Abril pelas 21 horas, realizou-se na Biblioteca Escolar a actividade “(Sobre)Mesa de Leituras que já vai na sua 3º edição. Contámos com a presença de elementos da Direcção, da Associação de Pais, que nos têm apoiado desde a primeira hora e ainda estiveram presentes muitos encarregados de educação e familiares dos alunos.
Para o êxito desta actividade contribuíram os docentes que organizaram e participaram no evento e os trinta e três alunos do 6º, 7º, 8º e 9º anos que de forma criativa e emotiva colaboraram, recitando poesia, cantando e tocando.
Para o êxito desta actividade contribuíram os docentes que organizaram e participaram no evento e os trinta e três alunos do 6º, 7º, 8º e 9º anos que de forma criativa e emotiva colaboraram, recitando poesia, cantando e tocando.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
"Quando a poesia acontece..."
Integrado na Semana da Leitura, no dia 21 de Abril, decorreu o Recital de Poesia “ Quando a poesia acontece…” na Biblioteca Escolar. Durante a manhã e a tarde partilhamos leituras e muitas emoções com as treze turmas participantes. Um encontro com as palavras ditas e com as palavras cantadas, tendo como cenário o tema liberdade. Um dia diferente, em que cada um nós se superou e se tornou maior. Deixo um agradecimento aos alunos presentes e aos dinamizadores da actividade pela sua dedicação e disponibilidade.
Carolina – 8º E
Carolina – 8º E
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Na Semana da Leitura o professor Jorge Rodrigues, que semanalmente tem levado às escolas do 1º ciclo e do pré-escolar as palavras cantadas, presenteou os alunos do 5º ano com a história "Os músicos de Bremen". Quem não gostou de cantar o refrão composto pelo nosso cantador de histórias? Foi assim mesmo, todos aprenderam rapidamente a música e deixaram-se embalar pelo som das palavras cantadas.
No passado dia 21 de Abril, na Semana da Leitura, a professora Isabel Gonçalves leu-nos o livro " Consumir, Consumir, Consumir"de Luísa Ducla Soares.
Nós adoramos a leitura do livro e foi uma grande surpresa a professora ter aparecido assim de repente.
Queríamos agradecer-lhe a forma simpática como nos leu .
Jacinta e Diana 6ºE
Nós adoramos a leitura do livro e foi uma grande surpresa a professora ter aparecido assim de repente.
Queríamos agradecer-lhe a forma simpática como nos leu .
Jacinta e Diana 6ºE
terça-feira, 20 de abril de 2010

No dia 22 de Abril, o escritor e ilustrador Pedro Seromenho encontar-se-á com os alunos do 7º ano. A actividade organizada pelas professoras de História do 3º ciclo em articulação com a biblioteca e pretende motivar e incentivar os alunos para a leitura das obras do escritor em geral e muito particularmente para a obra "900 História de um Rei".
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Viagens… e passagens…
Entro na biblioteca. Um cheiro fortíssimo a papel e um barulho de pessoas a folhear livros. Há computadores e filmes, mas o que marca presença são as altas estantes como os Himalaias e tantos livros quantas as pessoas que existem no Mundo. Lá dentro vivem cowboys, romanos, deuses, aventureiros, vampiros, coscuvilheiras, criminosos, ricos, pobres, príncipes herdeiros, imperadores, reis e rainhas entre outras personagens com histórias, aventuras fascinantes e vidas emocionantes. Como Ulisses percorrendo os mares do Mundo para regressar a Ítaca. Ou Phileas Fogg e Passepartout a dar a volta ao Mundo em 80 dias sempre à espera dos barcos lentos como minhocas. Ou Tintim tentando resolver grandes mistérios no mar, na terra e na lua. E grandes heróis de aventuras mortais. Os livros são mais do que livros, são portas para mundos distantes e noites brilhantes. Uma porta de biblioteca é mais do que uma vulgar porta é um portal que nos leva em viagens excitantes e a palácios onde vivem os tais cowboys, romanos, deuses, aventureiros, vampiros e coscuvilheiras, criminosos, ricos, pobres, príncipes herdeiros, imperadores, reis e rainhas. Saio da biblioteca, mas não me esqueço das viagens e das passagens.
Obrigada João Miguel pelo teu presente.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010

Concurso "E se eu fosse um bicho?"
A Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas lança o concurso "E se eu fosse um bicho?" para assinalar o Dia Mundial do Livro e o ano da biodiversidade e destina-se aos alunos dos 8 aos 12 anos.
Consultar toda a informação, regulamento e sugestões de leitura no site da DGLB

Comemora-se hoje o Dia Internacional do Livro Infantil, dia do aniversário do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
Mensagem do escritor Eliacer Cansino
Um livro espera-te. Procura-o
Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
ELIACER CANSINO
Tradução: José António Gomes
Tradução: José António Gomes

Diário do Narrador
1a Página
Há seis anos atrás, enquanto sobrevoava o deserto do Sara, tive uma pequena avaria no motor do avião, e tive que fazer uma aterragem de emergência. Foi nessa madrugada que vi pela primeira vez o principezinho e foi tão surpreendente como espectacular. Ele pediu-me que lhe fizesse uma ovelha e eu, que só sabia fazer jibóias fechadas, desenhei-lhe uma jibóia fechada. E ele continuava e insistir que queria uma ovelha. Depois de várias tentativas, lá lhe desenhei uma caixa e disse--lhe que tinha uma ovelha lá dentro.
2a Página
Na manhã seguinte, enquanto eu arranjava o motor do meu avião, o principezinho perguntou-me se as ovelhas comiam flores com espinhos. Eu estava tão preocupado com o motor que não lhe dei a atenção que devia e ele ficou chateado comigo, porque eu achava que o meu problema era mais importante que o dele. Como o principezinho me disse depois disso e depois da reacção que teve senti-me mal e tentei remediar as coisas, tentando dar-lhe mais atenção.
3a Página
A maneira como o principezinho falou da sua rosa, vi o quanto importante era ter um amigo e ele ensinou-me a dar importância às pequenas coisas e a valorizar o que temos. Ele transmitiu-me uma mensagem «só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» foi quando reparei no valor da amizade e no valor do amor pelos outros. O que mais me custou foi ver o principezinho partir, mas eu sabia que ele tinha de voltar para o seu Asteróide, para ir ter com a sua Rosa.
A separação ainda hoje me afecta, mas sempre que olho as estrelas e as vejo sorrir sinto-o comigo, sempre presente no coração.
4a Página
Sinto que apesar da saudade que tenho, estou feliz, mas confesso que fiquei um pouco preocupado, porque fiquei com a dúvida se a ovelha terá comido a Rosa ou não?
E acho que viverei para sempre com essa mesma dúvida.
2a Página
Na manhã seguinte, enquanto eu arranjava o motor do meu avião, o principezinho perguntou-me se as ovelhas comiam flores com espinhos. Eu estava tão preocupado com o motor que não lhe dei a atenção que devia e ele ficou chateado comigo, porque eu achava que o meu problema era mais importante que o dele. Como o principezinho me disse depois disso e depois da reacção que teve senti-me mal e tentei remediar as coisas, tentando dar-lhe mais atenção.
3a Página
A maneira como o principezinho falou da sua rosa, vi o quanto importante era ter um amigo e ele ensinou-me a dar importância às pequenas coisas e a valorizar o que temos. Ele transmitiu-me uma mensagem «só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» foi quando reparei no valor da amizade e no valor do amor pelos outros. O que mais me custou foi ver o principezinho partir, mas eu sabia que ele tinha de voltar para o seu Asteróide, para ir ter com a sua Rosa.
A separação ainda hoje me afecta, mas sempre que olho as estrelas e as vejo sorrir sinto-o comigo, sempre presente no coração.
4a Página
Sinto que apesar da saudade que tenho, estou feliz, mas confesso que fiquei um pouco preocupado, porque fiquei com a dúvida se a ovelha terá comido a Rosa ou não?
E acho que viverei para sempre com essa mesma dúvida.
segunda-feira, 29 de março de 2010

O banquete real servido na biblioteca em honra de D.Pedro e D. Inês teve uma ementa farta de leituras sobre este episódio da nossa história. Esta actividade desenvolvida pela turma do 8ºC e inserida num projecto mais vasto, a criação de um blog sobre esta temática, teve como convidados os colegas de outras turmas, os professores e a direcção. Todos se sentaram à mesa e provaram as iguarias servidas.
Querida Rosa!
Deves estar a questionar-te porque é que te escrevi esta carta. Descobri e ensinei imensas coisas que preciso de partilhar contigo. Descobri o que tu significas para mim.
Rosa, tu és a flor mais bonita que eu conheci. Durante a minha viagem, conheci imensas rosas parecidas contigo, mas nenhuma como tu. Tu és especial, única!
Apercebi-me disto enquanto estava longe de ti, a viajar. Estava à procura de novos amigos e não me tinha apercebido que já tinha uma grande amiga mesmo muito pertinho de mim. Mas estou feliz por ter partido, porque se não o tivesse feito nunca viria a descobrir o valor que tu tens para mim.
Rosa, tu cativaste-me!
Provavelmente, tal como eu no início, não deves saber o significado de «cativar». Posso dizer-te, que o significado de «cativar» é uma das coisas mais bonitas que pode existir. «Cativar» significa criar laços de amizade e amor!
Quem me ensinou isto foi a minha amiga raposa! Conheci-a durante a minha viagem, na minha visita à Terra.
Foi ela que me ensinou o significado de «cativar» e foi ela também que me ajudou a descobrir o que tu significas para mim!
A minha amiga raposa disse-me «Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» e «foi o tempo que perdeste com a tua rosa que lhe deu a importância que ela tem» isto é uma das coisas que te quero transmitir. Também me disse que eu era responsável por ti.
Rosa, eu estou destinado a tomar conta de ti!
Tu cativaste-me e eu estou muito feliz e agradeço-te por isso!
«A amizade é feita de pedacinhos»
Um abraço,
O Principezinho.
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa pelos alunos da Turma B do 9º Ano: nº 3, Ana Rita Silva; nº 14, Jorge Duarte; nº16, Paula Aguiar; nº19, Rogério Serrão
Deves estar a questionar-te porque é que te escrevi esta carta. Descobri e ensinei imensas coisas que preciso de partilhar contigo. Descobri o que tu significas para mim.
Rosa, tu és a flor mais bonita que eu conheci. Durante a minha viagem, conheci imensas rosas parecidas contigo, mas nenhuma como tu. Tu és especial, única!
Apercebi-me disto enquanto estava longe de ti, a viajar. Estava à procura de novos amigos e não me tinha apercebido que já tinha uma grande amiga mesmo muito pertinho de mim. Mas estou feliz por ter partido, porque se não o tivesse feito nunca viria a descobrir o valor que tu tens para mim.
Rosa, tu cativaste-me!
Provavelmente, tal como eu no início, não deves saber o significado de «cativar». Posso dizer-te, que o significado de «cativar» é uma das coisas mais bonitas que pode existir. «Cativar» significa criar laços de amizade e amor!
Quem me ensinou isto foi a minha amiga raposa! Conheci-a durante a minha viagem, na minha visita à Terra.
Foi ela que me ensinou o significado de «cativar» e foi ela também que me ajudou a descobrir o que tu significas para mim!
A minha amiga raposa disse-me «Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» e «foi o tempo que perdeste com a tua rosa que lhe deu a importância que ela tem» isto é uma das coisas que te quero transmitir. Também me disse que eu era responsável por ti.
Rosa, eu estou destinado a tomar conta de ti!
Tu cativaste-me e eu estou muito feliz e agradeço-te por isso!
«A amizade é feita de pedacinhos»
Um abraço,
O Principezinho.
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa pelos alunos da Turma B do 9º Ano: nº 3, Ana Rita Silva; nº 14, Jorge Duarte; nº16, Paula Aguiar; nº19, Rogério Serrão
Esta peça do teatro vicentino, «Auto da Barco do Inferno» de Gil Vicente, é cómica e contém dentro dela algumas moralidades.
«Auto da Barca do Inferno» é uma peça com uma função crítica, mas com o seu lado cómico para divertir a corte, naqueles tempos.
Achamos a peça muito interessante e divertida!
As personagens eram personagens-tipo, pois representavam cada classe social na altura, o que na nossa opinião, foi bem pensado pois assim abrange todo o tipo de classes sociais relatando o estilo de vida de cada classe!
As nossas personagens favoritas foram o Corregedor, o Procurador e o Parvo.
As únicas personagens que foram para o Paraíso foram os Cavaleiros e o Parvo, pois foram os únicos que praticaram o bem. Os restantes embarcaram na barca infernal pois praticaram o mal!
Em suma, podemos concluir que as moralidades são as seguintes: «se fazes o bem, recebes o bem. Se fazes o mal recebes o mal» e «cá se fazem cá se pagam».
Contudo, é um pouco difícil perceber a linguagem, pois é uma linguagem cheia de arcaísmos!
Aconselhamos todas as faixas etárias a assistirem à peça mais cómica que já assistimos!
Não se vai arrepender!
«Auto da Barca do Inferno» é uma peça com uma função crítica, mas com o seu lado cómico para divertir a corte, naqueles tempos.
Achamos a peça muito interessante e divertida!
As personagens eram personagens-tipo, pois representavam cada classe social na altura, o que na nossa opinião, foi bem pensado pois assim abrange todo o tipo de classes sociais relatando o estilo de vida de cada classe!
As nossas personagens favoritas foram o Corregedor, o Procurador e o Parvo.
As únicas personagens que foram para o Paraíso foram os Cavaleiros e o Parvo, pois foram os únicos que praticaram o bem. Os restantes embarcaram na barca infernal pois praticaram o mal!
Em suma, podemos concluir que as moralidades são as seguintes: «se fazes o bem, recebes o bem. Se fazes o mal recebes o mal» e «cá se fazem cá se pagam».
Contudo, é um pouco difícil perceber a linguagem, pois é uma linguagem cheia de arcaísmos!
Aconselhamos todas as faixas etárias a assistirem à peça mais cómica que já assistimos!
Não se vai arrepender!
Ana Rita, nº3 e Edgar, nº9 - 9ºB
domingo, 28 de março de 2010
Dia 24 de Março. Ponto de encontro -Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, onde nos esperava o transporte organizado pela biblioteca. Objectivo - Participar na 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura. Foi num ambiente muito agradável e descontraído que saímos de Braga rumo a Vieira do Minho. No final da prova pudemos conhecer as recentes instalações da Biblioteca Municipal, fomos recebidos pelo Presidente da Câmara, pela Vereadora da Cultura e pela Directora de Biblioteca e ainda tivemos direito a um lanche e umas recordações do PNL.Alunos participantes
sábado, 20 de março de 2010
Árvores com poemas

As árvores como os livros têm folhas,
e margens lisas ou recortadas,
e capas ( isto é copas ) e capítulos
De flores e letras de oiro nas lombadas.
.............................
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
..............................
As florestas são imensas bibliotecas,
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
........................................
É evidente que não podes plantar,
no teu quarto,
plátanos ou azinheiras. Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
Jorge Sousa Braga
Árvores com poemas
Em Guardador de Árvores, João Pedro Mésseder apresenta-nos uma colectânea de poemas unidos por uma mesma temática, a árvore. As suas palavras encerram uma manifesta homenagem às árvores «como antigas mães dos livros». Encontramos poemas sobre as árvores em geral, onde se revela um pouco da vida da árvore (como nos poemas «Humores» e «Dádivas»); outros onde as palavras recordam as traquinices da infância (como nos poemas «Ninho» ou «Resina») e poemas com nomes de árvores (como «Oliveira», «Cipreste» e «Salgueiro», apenas para mencionar alguns), onde se retratam algumas árvores em particular. (...)
in Casa da Leitura
Ler recensão completa aqui
Árvores com contos

"Neste livro de leitura irresistível, a acção é protagonizada por um grupo de animais que habita a Mata dos Medos. Do convívio entre um Coelho, que tem medo do mar e que anda sempre à procura de rolhas, uma Toupeira muito instruída, uma Lagarta chamada Pequenita que já comeu muitas histórias, um Chapim que deseja alargar a sua despensa, um Ouriço, sempre a “ouriçar”, e um Caracol que pensa ter visto o mar, nasce uma história pontuada pelo cómico de situação, de carácter e de linguagem."(...)
in Casa da Leitura
Ler recensão completa aqui
Árvores com contos
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