Ler está na moda.
Um vídeo muito criativo para ver a propósito do Dia Mundial do Livro.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
"Quando a poesia acontece..."
Integrado na Semana da Leitura, no dia 21 de Abril, decorreu o Recital de Poesia “ Quando a poesia acontece…” na Biblioteca Escolar. Durante a manhã e a tarde partilhamos leituras e muitas emoções com as treze turmas participantes. Um encontro com as palavras ditas e com as palavras cantadas, tendo como cenário o tema liberdade. Um dia diferente, em que cada um nós se superou e se tornou maior. Deixo um agradecimento aos alunos presentes e aos dinamizadores da actividade pela sua dedicação e disponibilidade.
Carolina – 8º E
Carolina – 8º E
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Na Semana da Leitura o professor Jorge Rodrigues, que semanalmente tem levado às escolas do 1º ciclo e do pré-escolar as palavras cantadas, presenteou os alunos do 5º ano com a história "Os músicos de Bremen". Quem não gostou de cantar o refrão composto pelo nosso cantador de histórias? Foi assim mesmo, todos aprenderam rapidamente a música e deixaram-se embalar pelo som das palavras cantadas.
No passado dia 21 de Abril, na Semana da Leitura, a professora Isabel Gonçalves leu-nos o livro " Consumir, Consumir, Consumir"de Luísa Ducla Soares.
Nós adoramos a leitura do livro e foi uma grande surpresa a professora ter aparecido assim de repente.
Queríamos agradecer-lhe a forma simpática como nos leu .
Jacinta e Diana 6ºE
Nós adoramos a leitura do livro e foi uma grande surpresa a professora ter aparecido assim de repente.
Queríamos agradecer-lhe a forma simpática como nos leu .
Jacinta e Diana 6ºE
terça-feira, 20 de abril de 2010

No dia 22 de Abril, o escritor e ilustrador Pedro Seromenho encontar-se-á com os alunos do 7º ano. A actividade organizada pelas professoras de História do 3º ciclo em articulação com a biblioteca e pretende motivar e incentivar os alunos para a leitura das obras do escritor em geral e muito particularmente para a obra "900 História de um Rei".
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Viagens… e passagens…
Entro na biblioteca. Um cheiro fortíssimo a papel e um barulho de pessoas a folhear livros. Há computadores e filmes, mas o que marca presença são as altas estantes como os Himalaias e tantos livros quantas as pessoas que existem no Mundo. Lá dentro vivem cowboys, romanos, deuses, aventureiros, vampiros, coscuvilheiras, criminosos, ricos, pobres, príncipes herdeiros, imperadores, reis e rainhas entre outras personagens com histórias, aventuras fascinantes e vidas emocionantes. Como Ulisses percorrendo os mares do Mundo para regressar a Ítaca. Ou Phileas Fogg e Passepartout a dar a volta ao Mundo em 80 dias sempre à espera dos barcos lentos como minhocas. Ou Tintim tentando resolver grandes mistérios no mar, na terra e na lua. E grandes heróis de aventuras mortais. Os livros são mais do que livros, são portas para mundos distantes e noites brilhantes. Uma porta de biblioteca é mais do que uma vulgar porta é um portal que nos leva em viagens excitantes e a palácios onde vivem os tais cowboys, romanos, deuses, aventureiros, vampiros e coscuvilheiras, criminosos, ricos, pobres, príncipes herdeiros, imperadores, reis e rainhas. Saio da biblioteca, mas não me esqueço das viagens e das passagens.
Obrigada João Miguel pelo teu presente.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010

Concurso "E se eu fosse um bicho?"
A Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas lança o concurso "E se eu fosse um bicho?" para assinalar o Dia Mundial do Livro e o ano da biodiversidade e destina-se aos alunos dos 8 aos 12 anos.
Consultar toda a informação, regulamento e sugestões de leitura no site da DGLB

Comemora-se hoje o Dia Internacional do Livro Infantil, dia do aniversário do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen.
Mensagem do escritor Eliacer Cansino
Um livro espera-te. Procura-o
Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia
navegar.
Passaram uma, duas, três,
quatro, cinco, seis semanas,
e aquele barquinho,
aquele barquinho
navegou.
Antes de se aprender a ler aprende-se a brincar. E a cantar. Eu e os meninos da minha terra entoávamos esta cantiga quando ainda não sabíamos ler. Juntávamo-nos na rua, fazendo uma roda e, ao despique com as vozes dos grilos no Verão, cantávamos uma e outra vez a impotência do barquinho que não sabia navegar.
Às vezes construíamos barquinhos de papel, íamos pô-los nos charcos e os barquinhos desfaziam-se sem conseguirem alcançar nenhuma costa.
Eu também era um barco pequeno fundeado nas ruas do meu bairro. Passava as tardes numa açoteia vendo o sol esconder-se à hora do poente, e pressentia na lonjura – não sabia ainda se nos longes do espaço, se nos longes do coração – um mundo maravilhoso que se estendia para lá do que a minha vista alcançava.
Por detrás de umas caixas, num armário da minha casa, também havia um livro pequenino que não podia navegar porque ninguém o lia. Quantas vezes passei por ele, sem me dar conta da sua existência! O barco de papel, encalhado na lama; o livro solitário, oculto na estante, atrás das caixas de cartão.
Um dia, a minha mão, à procura de alguma coisa, tocou na lombada do livro. Se eu fosse livro, contaria a coisa assim: «Certo dia, a mão de um menino roçou na minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar».
Que surpresa quando, por fim, os meus olhos tiveram na frente aquele objecto! Era um pequeno livro de capa vermelha e marca-de-água dourada. Abri-o expectante como quem encontra um cofre e ansioso por conhecer o seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler, compreendi que a aventura estava servida: a valentia do protagonista, as personagens bondosas, as malvadas, as ilustrações com frases em pé-de-página que observava uma e outra vez, o perigo, as surpresas…, tudo isso me transportou a um mundo apaixonante e desconhecido.
Desse modo descobri que para lá da minha casa havia um rio, e que atrás do rio havia um mar e que no mar, à espera de partir, havia um barco. O primeiro em que embarquei chamava-se Hispaniola, mas teria sido igual se se chamasse Nautilus, Rocinante, a embarcação de Sindbad ou a jangada de Huckleberry. Todos eles, por mais tempo que passe, estarão sempre à espera de que os olhos de um menino desamarrem as suas velas e os façam zarpar.
É por isso que… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás, como na cantiga da minha infância, que não há barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
ELIACER CANSINO
Tradução: José António Gomes
Tradução: José António Gomes

Diário do Narrador
1a Página
Há seis anos atrás, enquanto sobrevoava o deserto do Sara, tive uma pequena avaria no motor do avião, e tive que fazer uma aterragem de emergência. Foi nessa madrugada que vi pela primeira vez o principezinho e foi tão surpreendente como espectacular. Ele pediu-me que lhe fizesse uma ovelha e eu, que só sabia fazer jibóias fechadas, desenhei-lhe uma jibóia fechada. E ele continuava e insistir que queria uma ovelha. Depois de várias tentativas, lá lhe desenhei uma caixa e disse--lhe que tinha uma ovelha lá dentro.
2a Página
Na manhã seguinte, enquanto eu arranjava o motor do meu avião, o principezinho perguntou-me se as ovelhas comiam flores com espinhos. Eu estava tão preocupado com o motor que não lhe dei a atenção que devia e ele ficou chateado comigo, porque eu achava que o meu problema era mais importante que o dele. Como o principezinho me disse depois disso e depois da reacção que teve senti-me mal e tentei remediar as coisas, tentando dar-lhe mais atenção.
3a Página
A maneira como o principezinho falou da sua rosa, vi o quanto importante era ter um amigo e ele ensinou-me a dar importância às pequenas coisas e a valorizar o que temos. Ele transmitiu-me uma mensagem «só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» foi quando reparei no valor da amizade e no valor do amor pelos outros. O que mais me custou foi ver o principezinho partir, mas eu sabia que ele tinha de voltar para o seu Asteróide, para ir ter com a sua Rosa.
A separação ainda hoje me afecta, mas sempre que olho as estrelas e as vejo sorrir sinto-o comigo, sempre presente no coração.
4a Página
Sinto que apesar da saudade que tenho, estou feliz, mas confesso que fiquei um pouco preocupado, porque fiquei com a dúvida se a ovelha terá comido a Rosa ou não?
E acho que viverei para sempre com essa mesma dúvida.
2a Página
Na manhã seguinte, enquanto eu arranjava o motor do meu avião, o principezinho perguntou-me se as ovelhas comiam flores com espinhos. Eu estava tão preocupado com o motor que não lhe dei a atenção que devia e ele ficou chateado comigo, porque eu achava que o meu problema era mais importante que o dele. Como o principezinho me disse depois disso e depois da reacção que teve senti-me mal e tentei remediar as coisas, tentando dar-lhe mais atenção.
3a Página
A maneira como o principezinho falou da sua rosa, vi o quanto importante era ter um amigo e ele ensinou-me a dar importância às pequenas coisas e a valorizar o que temos. Ele transmitiu-me uma mensagem «só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» foi quando reparei no valor da amizade e no valor do amor pelos outros. O que mais me custou foi ver o principezinho partir, mas eu sabia que ele tinha de voltar para o seu Asteróide, para ir ter com a sua Rosa.
A separação ainda hoje me afecta, mas sempre que olho as estrelas e as vejo sorrir sinto-o comigo, sempre presente no coração.
4a Página
Sinto que apesar da saudade que tenho, estou feliz, mas confesso que fiquei um pouco preocupado, porque fiquei com a dúvida se a ovelha terá comido a Rosa ou não?
E acho que viverei para sempre com essa mesma dúvida.
segunda-feira, 29 de março de 2010

O banquete real servido na biblioteca em honra de D.Pedro e D. Inês teve uma ementa farta de leituras sobre este episódio da nossa história. Esta actividade desenvolvida pela turma do 8ºC e inserida num projecto mais vasto, a criação de um blog sobre esta temática, teve como convidados os colegas de outras turmas, os professores e a direcção. Todos se sentaram à mesa e provaram as iguarias servidas.
Querida Rosa!
Deves estar a questionar-te porque é que te escrevi esta carta. Descobri e ensinei imensas coisas que preciso de partilhar contigo. Descobri o que tu significas para mim.
Rosa, tu és a flor mais bonita que eu conheci. Durante a minha viagem, conheci imensas rosas parecidas contigo, mas nenhuma como tu. Tu és especial, única!
Apercebi-me disto enquanto estava longe de ti, a viajar. Estava à procura de novos amigos e não me tinha apercebido que já tinha uma grande amiga mesmo muito pertinho de mim. Mas estou feliz por ter partido, porque se não o tivesse feito nunca viria a descobrir o valor que tu tens para mim.
Rosa, tu cativaste-me!
Provavelmente, tal como eu no início, não deves saber o significado de «cativar». Posso dizer-te, que o significado de «cativar» é uma das coisas mais bonitas que pode existir. «Cativar» significa criar laços de amizade e amor!
Quem me ensinou isto foi a minha amiga raposa! Conheci-a durante a minha viagem, na minha visita à Terra.
Foi ela que me ensinou o significado de «cativar» e foi ela também que me ajudou a descobrir o que tu significas para mim!
A minha amiga raposa disse-me «Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» e «foi o tempo que perdeste com a tua rosa que lhe deu a importância que ela tem» isto é uma das coisas que te quero transmitir. Também me disse que eu era responsável por ti.
Rosa, eu estou destinado a tomar conta de ti!
Tu cativaste-me e eu estou muito feliz e agradeço-te por isso!
«A amizade é feita de pedacinhos»
Um abraço,
O Principezinho.
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa pelos alunos da Turma B do 9º Ano: nº 3, Ana Rita Silva; nº 14, Jorge Duarte; nº16, Paula Aguiar; nº19, Rogério Serrão
Deves estar a questionar-te porque é que te escrevi esta carta. Descobri e ensinei imensas coisas que preciso de partilhar contigo. Descobri o que tu significas para mim.
Rosa, tu és a flor mais bonita que eu conheci. Durante a minha viagem, conheci imensas rosas parecidas contigo, mas nenhuma como tu. Tu és especial, única!
Apercebi-me disto enquanto estava longe de ti, a viajar. Estava à procura de novos amigos e não me tinha apercebido que já tinha uma grande amiga mesmo muito pertinho de mim. Mas estou feliz por ter partido, porque se não o tivesse feito nunca viria a descobrir o valor que tu tens para mim.
Rosa, tu cativaste-me!
Provavelmente, tal como eu no início, não deves saber o significado de «cativar». Posso dizer-te, que o significado de «cativar» é uma das coisas mais bonitas que pode existir. «Cativar» significa criar laços de amizade e amor!
Quem me ensinou isto foi a minha amiga raposa! Conheci-a durante a minha viagem, na minha visita à Terra.
Foi ela que me ensinou o significado de «cativar» e foi ela também que me ajudou a descobrir o que tu significas para mim!
A minha amiga raposa disse-me «Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos» e «foi o tempo que perdeste com a tua rosa que lhe deu a importância que ela tem» isto é uma das coisas que te quero transmitir. Também me disse que eu era responsável por ti.
Rosa, eu estou destinado a tomar conta de ti!
Tu cativaste-me e eu estou muito feliz e agradeço-te por isso!
«A amizade é feita de pedacinhos»
Um abraço,
O Principezinho.
Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa pelos alunos da Turma B do 9º Ano: nº 3, Ana Rita Silva; nº 14, Jorge Duarte; nº16, Paula Aguiar; nº19, Rogério Serrão
Esta peça do teatro vicentino, «Auto da Barco do Inferno» de Gil Vicente, é cómica e contém dentro dela algumas moralidades.
«Auto da Barca do Inferno» é uma peça com uma função crítica, mas com o seu lado cómico para divertir a corte, naqueles tempos.
Achamos a peça muito interessante e divertida!
As personagens eram personagens-tipo, pois representavam cada classe social na altura, o que na nossa opinião, foi bem pensado pois assim abrange todo o tipo de classes sociais relatando o estilo de vida de cada classe!
As nossas personagens favoritas foram o Corregedor, o Procurador e o Parvo.
As únicas personagens que foram para o Paraíso foram os Cavaleiros e o Parvo, pois foram os únicos que praticaram o bem. Os restantes embarcaram na barca infernal pois praticaram o mal!
Em suma, podemos concluir que as moralidades são as seguintes: «se fazes o bem, recebes o bem. Se fazes o mal recebes o mal» e «cá se fazem cá se pagam».
Contudo, é um pouco difícil perceber a linguagem, pois é uma linguagem cheia de arcaísmos!
Aconselhamos todas as faixas etárias a assistirem à peça mais cómica que já assistimos!
Não se vai arrepender!
«Auto da Barca do Inferno» é uma peça com uma função crítica, mas com o seu lado cómico para divertir a corte, naqueles tempos.
Achamos a peça muito interessante e divertida!
As personagens eram personagens-tipo, pois representavam cada classe social na altura, o que na nossa opinião, foi bem pensado pois assim abrange todo o tipo de classes sociais relatando o estilo de vida de cada classe!
As nossas personagens favoritas foram o Corregedor, o Procurador e o Parvo.
As únicas personagens que foram para o Paraíso foram os Cavaleiros e o Parvo, pois foram os únicos que praticaram o bem. Os restantes embarcaram na barca infernal pois praticaram o mal!
Em suma, podemos concluir que as moralidades são as seguintes: «se fazes o bem, recebes o bem. Se fazes o mal recebes o mal» e «cá se fazem cá se pagam».
Contudo, é um pouco difícil perceber a linguagem, pois é uma linguagem cheia de arcaísmos!
Aconselhamos todas as faixas etárias a assistirem à peça mais cómica que já assistimos!
Não se vai arrepender!
Ana Rita, nº3 e Edgar, nº9 - 9ºB
domingo, 28 de março de 2010
Dia 24 de Março. Ponto de encontro -Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, onde nos esperava o transporte organizado pela biblioteca. Objectivo - Participar na 2ª Fase do Concurso Nacional de Leitura. Foi num ambiente muito agradável e descontraído que saímos de Braga rumo a Vieira do Minho. No final da prova pudemos conhecer as recentes instalações da Biblioteca Municipal, fomos recebidos pelo Presidente da Câmara, pela Vereadora da Cultura e pela Directora de Biblioteca e ainda tivemos direito a um lanche e umas recordações do PNL.Alunos participantes
sábado, 20 de março de 2010
Árvores com poemas

As árvores como os livros têm folhas,
e margens lisas ou recortadas,
e capas ( isto é copas ) e capítulos
De flores e letras de oiro nas lombadas.
.............................
E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.
..............................
As florestas são imensas bibliotecas,
As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».
........................................
É evidente que não podes plantar,
no teu quarto,
plátanos ou azinheiras. Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.
Jorge Sousa Braga
Árvores com poemas
Em Guardador de Árvores, João Pedro Mésseder apresenta-nos uma colectânea de poemas unidos por uma mesma temática, a árvore. As suas palavras encerram uma manifesta homenagem às árvores «como antigas mães dos livros». Encontramos poemas sobre as árvores em geral, onde se revela um pouco da vida da árvore (como nos poemas «Humores» e «Dádivas»); outros onde as palavras recordam as traquinices da infância (como nos poemas «Ninho» ou «Resina») e poemas com nomes de árvores (como «Oliveira», «Cipreste» e «Salgueiro», apenas para mencionar alguns), onde se retratam algumas árvores em particular. (...)
in Casa da Leitura
Ler recensão completa aqui
Árvores com contos

"Neste livro de leitura irresistível, a acção é protagonizada por um grupo de animais que habita a Mata dos Medos. Do convívio entre um Coelho, que tem medo do mar e que anda sempre à procura de rolhas, uma Toupeira muito instruída, uma Lagarta chamada Pequenita que já comeu muitas histórias, um Chapim que deseja alargar a sua despensa, um Ouriço, sempre a “ouriçar”, e um Caracol que pensa ter visto o mar, nasce uma história pontuada pelo cómico de situação, de carácter e de linguagem."(...)
in Casa da Leitura
Ler recensão completa aqui
Árvores com contos
sexta-feira, 19 de março de 2010


"O projecto «A Árvore do Centenário» desenvolvido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República com o Ministério da Educação – Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, com o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território – Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e com o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas – Autoridade Florestal Nacional, tem por objectivo promover, divulgar e apoiar iniciativas relacionadas com a preservação do património florestal nacional, lançando o desafio para a identificação global deste património, acompanhado por uma evocação histórica que deverá ser assinalada pela plantação de árvores a nível nacional."
A par desta iniciativa as escolas podem ainda desenvolver trabalhos escolares de investigação sobra as espécies autóctenes no território nacional.
A par desta iniciativa as escolas podem ainda desenvolver trabalhos escolares de investigação sobra as espécies autóctenes no território nacional.
Vale a pena visitar este site onde está disponibilizada informação variada. História do dia da árvore, árvores centenárias, como plantar uma árvore, biblioteca digital entre outros, são alguns dos assuntos tratados.

A Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva convida
“Palavras de Avó” e Comunidade de Leitores em Família.
Apresentação e animação do conto “Gatos”, inserto no livro Palavras de Avó, da escritora Albertina Fernandes, no dia 27 de Março pelas 15h30m
A acção será dinamizada pela autora, acompanhada do músico e compositor Miguel Fernandes, que interpretará uma canção com a temática de Gatos.
Público – alvo – Pais e filhos, Avós e netos…
Duração 60 minutos.
Participação gratuita, todavia necessária marcação prévia pelo telefone 253 205977.
No final da sessão, será realizado o encontro da Comunidade de Leitores em Família.
LER+ BES
CONCURSO DE IDEIAS
SEMANA DA LEITURA
O LER+ BES Concurso de Ideias é uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e do Banco Espírito Santo destinada a premiar trabalhos concebidos e elaborados por alunos das escolas portuguesas.
A Semana da Leitura é o tema central dos trabalhos a enviar a concurso.
Serão admitidas propostas de imagens que utilizem fotografias, desenhos, colagens e pintura.
Prazo de envio 30 de Abril
Ler o Regulamento aqui
domingo, 7 de março de 2010
aLer+ na DREN
Recentemente uma equipa da DREN esteve na nossa escola para filmar uma actividade de leitura.Foram protagonistas desta iniciativa outras escolas do Norte que também desenvolvem o projecto aLer+.
Ver vídeo aqui
sexta-feira, 5 de março de 2010
Um encontro com um escritor é sempre uma forma aliciante de culminar um trabalho de leitura e exploração das suas obras. Inserido no projecto aLer+ e planificado com antecedência pelos professores e professora bibliotecária com objectivos concretos de promoção do gosto pela leitura, este encontro ficou marcado por uma abordagem pedagógica extremamente construtiva acerca da leitura e dos livros.
Os alunos do 5º leram a obra “Rafaela” e os do 6º ano “ O Peixe Azul” que serviu de ponto de partida para as 4 teatralizações muito bem conseguidas pelos nossos pequenos actores do 6º A, B, D e E. Elaboraram, também, nas aulas de EVT, marcadores de livros e ilustraram excertos da obra. Colocaram muitas questões interessantes sobre aspectos da vida pessoal e literária da autora. Os alunos do 6ºC apresentaram um rap original que, por certo, divertiu Margarida Fonseca Santos. Seguiu-se a sessão de autógrafos que aproximou os nossos leitores da escritora, que a todos agradeceu com uma palavra carinhosa e um sorriso generoso.
Foi um dia especial para todos nós, professores e alunos. Um dia que ficará guardado nas nossas memórias pela amabilidade, generosidade e afectividade tocantes da escritora.
Muito obrigada.

Participa no passatempo "7Irmãos".
Os livros desta colecção das autoras Margarida Fonseca Santos e Maria João Lopo de Carvalho estão disponíveis na biblioteca.
Consulta o regulamento aqui
quinta-feira, 4 de março de 2010

Nos dia 2 e 3 de Março a escritora Margarida Fonseca Santos orientou uma Oficina de Escrita Criativa com a duração de 6 horas, organizada pelas bibliotecas escolares do nosso Agrupamento e do Agrupamento de escolas de Celeirós e que juntou docentes dos dois agrupamentos.
Duas sessões animadas e participadas, tendo a boa disposição marcado presença.
Duas sessões animadas e participadas, tendo a boa disposição marcado presença.
Um muito obrigada à Margarida Fonseca Santos por nos ter proporcionado momentos poéticos e inspiradores.
Para os professores que não tiveram oportunidade de participar nesta formação, o livro Quero ser escritor ! publicado em co-autoria com Elsa Serra está disponível na biblioteca escolar e dá uma visão do trabalho possível com os alunos nesta área.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
CONCURSO BIBLIOFILMES
VÍDEOS/FILMES SOBRE LIVROS E BIBLIOTECAS
"O BiblioFilmes é um concurso de vídeos/filmes sobre livros e bibliotecas que iniciou a sua edição de 2010 (o 3º volume) e conta, novamente, com o apoio do Plano Nacional de Leitura, também na escolha das melhores participações recebidas, na vertente Votação Júri.
O concurso está aberto até 16 de Abril. Os vídeos e a informação sobre a respectiva ligação devem ser colocados no YouTube e enviados para a Organização até essa data. O anúncio dos vencedores, nas respectivas categorias, será feito a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro.
Toda a informação sobre o Bibliofilmes, bem como sobre as participações nos concursos anteriores, pode ser vista aqui ou o site do PNL - concursos . O desafio é que Professores e Alunos demonstrem que são "amadores" ("pessoa que ama") de Livros e Bibliotecas e façam um "filme" (em vídeo ou telemóvel) em que contem a sua história e provem o quanto gostam da sua Biblioteca e/ou de um Livro(s).
Das várias sugestões e categorias a concurso, destacamos:
Vídeo de Biblioteca Escolar
Vídeo de aula/actividade escolar para promover a leitura
Vídeo de uma Crítica/Recomendação de um livro
Melhor Trailer de um Livro
O BiblioFilmes Festival conta com as vossas participações para dar ainda mais significado ao Dia Mundial do Livro de 2010!"
VÍDEOS/FILMES SOBRE LIVROS E BIBLIOTECAS
"O BiblioFilmes é um concurso de vídeos/filmes sobre livros e bibliotecas que iniciou a sua edição de 2010 (o 3º volume) e conta, novamente, com o apoio do Plano Nacional de Leitura, também na escolha das melhores participações recebidas, na vertente Votação Júri.
O concurso está aberto até 16 de Abril. Os vídeos e a informação sobre a respectiva ligação devem ser colocados no YouTube e enviados para a Organização até essa data. O anúncio dos vencedores, nas respectivas categorias, será feito a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro.
Toda a informação sobre o Bibliofilmes, bem como sobre as participações nos concursos anteriores, pode ser vista aqui ou o site do PNL - concursos . O desafio é que Professores e Alunos demonstrem que são "amadores" ("pessoa que ama") de Livros e Bibliotecas e façam um "filme" (em vídeo ou telemóvel) em que contem a sua história e provem o quanto gostam da sua Biblioteca e/ou de um Livro(s).
Das várias sugestões e categorias a concurso, destacamos:
Vídeo de Biblioteca Escolar
Vídeo de aula/actividade escolar para promover a leitura
Vídeo de uma Crítica/Recomendação de um livro
Melhor Trailer de um Livro
O BiblioFilmes Festival conta com as vossas participações para dar ainda mais significado ao Dia Mundial do Livro de 2010!"
sábado, 20 de fevereiro de 2010


Amour à La carte foi o tema desta Mesa de Leituras que apresentou uma ementa digna dos deuses - cardápio de Eros recheado de pratos preparados em fogo ardente como convém no Dia dos Namorados. Dia 19, uma vez mais a Biblioteca preparou uma mesa de leituras para acolher os alunos do 9º ano, servidos pelos seus colegas do 9ºE que majestosamente prepararam em conjunto com os seus profesores a comemoração deste dia. Uma actividade interdisciplinar no âmbito do projecto "Educar para a Saúde" em articulação com o projecto aLer+ que integrou eficazmente a temática da afectividade e da sexualidade com a leitura.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Ao encontro de... Margarida Fonseca Santos

No próximo dia 3 de Março teremos connosco a escritora Margarida Fonseca Santos que se encontrará com os alunos do 5º e 6º anos.
Vamos descobrir a escritora.
Nasceu em Lisboa, a 29 de Novembro de 1960.
Tirou o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional, tendo como objectivo ser professora de Formação Musical no ensino vocacional. Deu aulas em várias escolas, nomeadamente na Escola Superior de Música de Lisboa entre 1990 e 2005.
Começou a escrever em 1993 e neste momento passou a dedicar-se à escrita a tempo inteiro.
Tem publicados vários para a infância e juventude, bem como para adultos. Escreve regularmente para Teatro. Foi galardoada com o 'Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca 1996' e o 'Prémio Revelação APE/IPLB 1996' para a obra Uma Pedra sobre o Rio.
Sobre ela escreve : "Os contos sempre fizeram parte de mim; sempre gostei de ouvir contar e de inventar histórias. Comecei a escrevê-las tarde, sim, mas agora acho que nunca mais vou parar!... "
Para saber mais sobre Margarida Fonseca Santos consulta
O Site
O Blogue
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A Minha Primeira República
Texto de José Jorge Letria
Texto de José Jorge Letria
Ilustrações de Afonso Cruz
No ano em que se comemora o centenário da República, mais um livro que permitirá aos mais jovens e mesmo aos adultos compreender os acontecimentos e os ideias republicanos.
No dia 5 de Outubro de 1910, Portugal deixou de ser uma monarquia para se transformar em república, uma das poucas então existentes na Europa e no resto do mundo. Neste livro, José Jorge Letria relata os acontecimentos ocorridos nesse dia e nos que se lhe seguiram. Foi um tempo de agitação, de esperança e de conflito, que mudou para sempre a História do nosso país. A personagem central desta narrativa é um rapaz de Lisboa, cujo pai esteve entre os civis e os militares que, na Rotunda, onde hoje se encontra a estátua do Marquês de Pombal, garantiram o triunfo dos revoltosos e do projecto republicano. As ilustrações de Afonso Cruz dão à narrativa o tempero e a força das imagens vivas e coloridas.

Machado dos Santos - O Herói da Rotunda
Texto de José Jorge Letria
Ilustrações de Afonso Cruz
No ano que se assinala o centenário da República, importa que os mais novos entendam o significado da revolução que culminou na implantação da República a 5 de Outubro de 1910.
Texto de José Jorge Letria
Ilustrações de Afonso Cruz
No ano que se assinala o centenário da República, importa que os mais novos entendam o significado da revolução que culminou na implantação da República a 5 de Outubro de 1910.
Vem conhecer a história de António Maria Machado dos Santos, o homem que na madrugada do dia 4 de Outubro de 1910 chegou à Rotunda para liderar centenas de homens na defesa desta posição estratégica. Mantendo-se firme e irredutível, mesmo face a notícias contraditórias que davam a revolução como detida pelas forças do Rei, Machado dos Santos aguentou a posição e a sua atitude foi decisiva nos eventos que se desenrolaram, culminando com o anúncio da implantação da República, a 5 de Outubro de 1910. Cem anos depois, José Jorge Letria relata-nos a vida de Machado dos Santos, e Afonso Cruz ilustra, de forma exemplar, a vida deste herói esquecido.

O Meu Primeiro Miguel Torga
Texto de João Pedro Mésseder
Ilustrações de Inês Oliveira
Texto de João Pedro Mésseder
Ilustrações de Inês Oliveira
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Um livro imprescindível para se compreender a vida e obra do grande escritor transmontano, Miguel Torga, natural de São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa - Vila Real.
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Miguel Torga (1907-1995) foi um admirável escritor da literatura portuguesa, com uma maneira única de contar, de falar de si e de captar, em verso e em prosa, os pequenos e grandes momentos da vida. E a sua foi uma vida invulgar. Neste livro, a escrita de João Pedro Mésseder e as imagens de Inês de Oliveira dão a conhecer o fascínio que Torga sentia pelas palavras, pelo país, pelos bichos, pelas crianças e pelos seus semelhantes. E também pelo "reino maravilhoso" onde nasceu.

A Minha Primeira Sophia
Texto de Fernando Amaral Pinto
Ilustrações de Fernanada Fragateiro
Vem (re)descobrir Sophia de Mello Breyner Andresen, uma das figuras incontornáveis da cultura portuguesa.
Fernando Pinto do Amaral conta quem foi Sophia e destaca alguns traços da sua obra procurando dar o seu testemunho pessoal aos mais novos. A linguagem simples em que está escrito, os excertos escolhidos e as ilustrações maravilhosas de Fernanda Fragateiro dão a conhecer da melhor maneira, a todo o tipo de leitores, quem foi Sophia.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
2º Fase do Concurso Nacional de Leitura

A 2ª fase do Concurso Nacional de Leitura, organizada pela Biblioteca Municipal de Vieira do Minho, realiza-se no dia 24 de Março, às 14.30 horas no Auditório Municipal.
Obras de leitura obrigatória
Falar Verdade a Mentir - Garret, Almeida
Contos Exemplares- Andersen, Sophia de Mello Breyner
As provas constarão de escolha múltipla e algumas questões de desenvolvimento;
As questões poderão integrar perguntas sobre os autores das obras.
Dia Europeu da Intenet Segura

Para comemorar o Dia Europeu da Internet Segura assinalada a 9 de Fevereiro, a equipa de coordenação do PTE em parceria com a Biblioteca Escolar promove de 8 a 12 de Fevereiro sessões de esclarecimento sobre a utilização crítica, consciente e segura da Internet, para todas as turma do 5º ao 9º ano.
Para o desenvolvimento das actividades serão utilizados vários materiais disponíveis em http://www.internetsegura.pt/ , um site que merece ser visitado por alunos, docentes e encarregados de educação.
"Este evento anual é organizado a nível Europeu pelo Insafe, rede de cooperação dos projectos que promovem a sensibilização e a consciencialização para uma utilização mais segura da Internet pelos cidadãos. A nível nacional, desde 2007 que o projecto Internet Segura se junta aos restantes países que integram a rede Insafe e promove um conjunto de actividades com vista à promoção de uma navegação segura e crítica por parte dos cidadãos."
domingo, 31 de janeiro de 2010


Integrada no projecto aLer+, a actividade "Pare e Leia", dinamizada pelos docentes todas as escolas do agrupamento reuniu alunos, professores e funcionários em torno da leitura.
Esta actividade consistiu num momento de leitura extensível a toda a comunidade educativa, traduzido num exercício de 15 minutos de leitura, num dia e num horário pré-estabelecido pelo Agrupamento. “Pare e Leia” levou, assim, todos os agentes educativos, desde alunos a funcionários, passando pelos professores a terem um encontro com o livro e a leitura numa acção que se pretende ao mesmo tempo promotora de uma prática cultural, cada vez mais universalizante, a leitura como forma de assegurar uma aprendizagem contínua ao longo da vida.Fica o registo desse momento pelos alunos do 1º e 2º ano da EB 1 de Padim da Graça, do pré-escolar e da EB2,3 do Cávado.
sábado, 23 de janeiro de 2010

O Concurso “Conta-nos uma história!”, promovido no âmbito do Plano Tecnológico da Educação (PTE), através da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL) pretende fomentar a realização de projectos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico que incentivem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), nomeadamente as de gravação digital áudio.
Esta iniciativa consiste na produção de histórias gravadas em formato áudio digital, por equipas de alunos de Educação Pré-escolar ou de 1.º Ciclo do Ensino Básico, coordenadas pelos respectivos docentes.
As histórias podem ser elaboradas de raiz ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas conhecidas dos participantes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.
Esta iniciativa consiste na produção de histórias gravadas em formato áudio digital, por equipas de alunos de Educação Pré-escolar ou de 1.º Ciclo do Ensino Básico, coordenadas pelos respectivos docentes.
As histórias podem ser elaboradas de raiz ou consistir em recontos com base em fábulas, parábolas, contos, mitos ou lendas conhecidas dos participantes, podendo ser humorísticas, educativas, tradicionais, etc. Em todos os casos, devem conter um narrador e diferentes personagens, sendo obrigatória a existência de diálogos.
O regulamento do concurso e o formulário de inscrição podem ser consultados aqui.
Inscrição até 15 de Fevereiro
Entrega dos trabalhos dos trabalhos disponível de 16 de Fevereiro a 31 de Março
domingo, 17 de janeiro de 2010

Vencedores do Concurso Nacional de Leitura
Dos 104 alunos que participaram no concurso,transitaram para a fase distrital os alunos que se classificaram em 1º lugar:
Ana Gabriela de A. Oliveira – 7º B
Elsa Vitória Correia Meneses – 8ºB
André Luís Ferreira – 9ºC
Dos 104 alunos que participaram no concurso,transitaram para a fase distrital os alunos que se classificaram em 1º lugar:
Ana Gabriela de A. Oliveira – 7º B
Elsa Vitória Correia Meneses – 8ºB
André Luís Ferreira – 9ºC
Parabéns aos vencedores e aos que ficaram em 2º e 3º lugar.
Luís Henrique Mesquita – 7ºA
Elsa Cristina Eira – 7º F
Ana Cristina P.Morgado – 8ºE
Ângela Cristina Barbosa – 8ºC
Elsa Rocha Louro – 8ºE
Diogo Isac Gomes – 9º D
Diana Lisandra Ferreira – 9ºC
Elsa Cristina Eira – 7º F
Ana Cristina P.Morgado – 8ºE
Ângela Cristina Barbosa – 8ºC
Elsa Rocha Louro – 8ºE
Diogo Isac Gomes – 9º D
Diana Lisandra Ferreira – 9ºC
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

No dia 15 de Dezembro de 2009, nós, os alunos do 6º D, assistimos à peça de teatro “No Jardim do Rapaz de Bronze”, apresentada pela Companhia de teatro “Actus”, no Instituto Português da Juventude (IPJ) de Braga.
Com esta actividade, pretendia-se incentivar e desenvolver o gosto pela leitura, descobrir diferenças e semelhanças entre o texto narrativo e o texto dramático, desenvolver o gosto pelo texto dramático e promover a criatividade.
Empolgados e ansiosos com a nossa primeira visita de estudo do 6º ano, saímos da escola por volta das 9h30m, acompanhados pelas professoras Ana Paula Fernandes, de História e Geografia de Portugal, e Márcia Costa, de Língua Portuguesa e Directora de Turma, e conduzidos pelo prestável e simpático Sr. Sá.
Entrámos na sala de teatro, pelas 10h30m, e aguardámos impacientes pelo início da peça.
Durante 1h30m de espectáculo, ficámos a conhecer divertidas e inesquecíveis personagens: o Gladíolo, a Orquídea, a Camélia, a Túlipa, a Rosa, as Borboletas, o Rapaz de Bronze, a Florinda e o Jardineiro, entre outras. Os momentos da peça que mais nos marcaram foram a reunião de preparação para a Festa das Flores, a Festa das Flores e a interacção entre o Gladíolo, as Borboletas e o público.
Gostámos muito de assistir a esta peça, visto que algumas das personagens eram extremamente cómicas e foram capazes de desempenhar vários papéis com muito rigor. Não podemos deixar de referir o excelente desempenho do Gladíolo (é caso para dizer que “tem uma memória de elefante”).
Agora, estamos com curiosidade para ler e conhecer o livro em que se baseou a peça, O Rapaz de Bronze, de Sophia de Mello Breyner Andresen!
Com esta actividade, pretendia-se incentivar e desenvolver o gosto pela leitura, descobrir diferenças e semelhanças entre o texto narrativo e o texto dramático, desenvolver o gosto pelo texto dramático e promover a criatividade.
Empolgados e ansiosos com a nossa primeira visita de estudo do 6º ano, saímos da escola por volta das 9h30m, acompanhados pelas professoras Ana Paula Fernandes, de História e Geografia de Portugal, e Márcia Costa, de Língua Portuguesa e Directora de Turma, e conduzidos pelo prestável e simpático Sr. Sá.
Entrámos na sala de teatro, pelas 10h30m, e aguardámos impacientes pelo início da peça.
Durante 1h30m de espectáculo, ficámos a conhecer divertidas e inesquecíveis personagens: o Gladíolo, a Orquídea, a Camélia, a Túlipa, a Rosa, as Borboletas, o Rapaz de Bronze, a Florinda e o Jardineiro, entre outras. Os momentos da peça que mais nos marcaram foram a reunião de preparação para a Festa das Flores, a Festa das Flores e a interacção entre o Gladíolo, as Borboletas e o público.
Gostámos muito de assistir a esta peça, visto que algumas das personagens eram extremamente cómicas e foram capazes de desempenhar vários papéis com muito rigor. Não podemos deixar de referir o excelente desempenho do Gladíolo (é caso para dizer que “tem uma memória de elefante”).
Agora, estamos com curiosidade para ler e conhecer o livro em que se baseou a peça, O Rapaz de Bronze, de Sophia de Mello Breyner Andresen!
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

aLER+ no Jardim de infância de Panoias
Uma festa de Natal com leituras e bolos.
Os meninos e meninas do Jardim de Infância de Panoias tiveram uma surpresa que certamente não vão esquecer. Uma mesa de leituras de Natal que juntou livros e bolos. Tudo foi preparado a rigor. Uma ementa especial com deliciosos "pratos" para saborear que as educadoras prepararam. Uma mesa de Natal muito bem ornamentada e uma bandeja repleta de histórias de Natal. Partilharam-se leituras e bolos confeccionados pelas crianças.
Que dia fantástico!
sábado, 2 de janeiro de 2010
Ano Novo Novas Leituras

A história do senhor Sommer de Patrick Süskind
"No tempo em que eu ainda trepava às árvores, vivia na nossa aldeia, a uns dois quilómetros da nossa casa, um homem a quem chamavam senhor Sommer. Ninguém sabia qual era o seu nome de baptismo e também ninguém sabia se ele tinha ou não uma profissão.Mas embora pouco se soubesse sobre o senhor Sommer, toda a gente o conhecia, pois andava permanentemente de um lado para o outro. Podia nevar ou cair granizo, podia estar um temporal ou chover a cântaros, podia o sol queimar ou aproximar-se um furacão, sempre o senhor Sommer peregrinava como uma alma penada, atravessando a paisagem e os sonhos do narrador..."
(Texto da contracapa)
domingo, 27 de dezembro de 2009

Concurso Faça Lá Um Poema
Concurso da iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura e do Centro Cultural de Belém para comemorar o dia da Poesia.
O Concurso Faça Lá um Poema procura incentivar o gosto pela leitura e escrita de poesia e destina-se a quatro níveis de ensino, desde o 1º Ciclo ao Ensino Secundário.
Podem ser apresentados a concurso um máximo de três poemas por cada nível de ensino.
A participação no concurso implica a inscrição em formulário próprio que deverá ser enviado até dia 1 de Fevereiro de 2010.
A entrega de prémios terá lugar no CCB, em Lisboa, a 21 de Março de 2010 e será integrada no programa do Dia Mundial da Poesia.
Dá asas à imaginação. Participa já.
O Concurso Faça Lá um Poema procura incentivar o gosto pela leitura e escrita de poesia e destina-se a quatro níveis de ensino, desde o 1º Ciclo ao Ensino Secundário.
Podem ser apresentados a concurso um máximo de três poemas por cada nível de ensino.
A participação no concurso implica a inscrição em formulário próprio que deverá ser enviado até dia 1 de Fevereiro de 2010.
A entrega de prémios terá lugar no CCB, em Lisboa, a 21 de Março de 2010 e será integrada no programa do Dia Mundial da Poesia.
Dá asas à imaginação. Participa já.
Ler regulamento aqui
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
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